Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender... O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... Eu não tenho filosofia; tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo, e amo-a por isso Porque quem ama nunca sabe o que ama Nem sabe por que ama, nem o que é amar... Fernando Pessoa
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
A Lenda dos 36 Justos
Os Tzadikim Nistarim ou Lamed Vav Tzadikim (ל"ו צדיקים) — são os 36 Justos — ou Pessoas Santificadas, uma noção enraizada no aspecto mais místico do judaísmo. Na gemaria*, ciência esotérica hebraica, Lamed é a letra que representa o número 30 e Vav, representa o número 6. Além disso, 36, significa "vida dupla", sendo duplo de 18, que representa "vida". Tzadikim é o plural de "Justo" [justos, portanto]. Deste modo, as "Pessoas Santificadas" são chamadas de "Os trinta e Seis". Também são denominados Tzadikim Nistarim: "Justos Ocultos", ou "Santos Ocultos".
* Gematria, gemátria, guemátria ou guimátria é o método hermenêutico de análise das palavras bíblicas "somente" em hebraico, atribuindo um valor numérico definido a cada letra. É conhecido como "numerologia judaica" e existe na Torá (Pentateuco) há mais de 3.300 anos.
A cada letra do alfabeto hebraico é atribuído um valor numérico, assim, uma palavra é o somatório dos valores das letras que a compõem. As escrituras são então explicadas pelo valor criptográfico numérico das palavras. Em português temos o livro "Numerologia Judaica e Seus Mistérios" que explica muitos sistemas de códigos relacionados à guimátria. IN WIKIPEDIA | PT
Segundo a tradição judaica do místico Judaísmo Hassídico ou "Chassídico", bem como em outros segmentos, existem 36 homens [seres humanos] justos cujo papel na vida é justificar a existência da raça humana aos olhos de Deus. A identidade destas pessoas é desconhecida e quando uma delas realiza completamente sua missão neste mundo, morre, e seu lugar é imediatamente assumido por outra pessoa.
O escolhido é, necessariamente, alguém que deve possuir o caráter necessário à condição de Tzaddikim. Porém, se Deus não encontrar sobre a Terra alguém bom, puro, humilde o suficiente para assumir o lugar do Tzaddikim morto, então, o mundo pode acabar no mesmo instante.
Os Lamed-Vav Tzaddikim, são chamados Nistarim, "os ocultos" ou, em tradução livre, os desconhecidos. Nos relatos folclóricos a condição de Nistarim ou, de agir anonimamente, é uma escolha, uma auto-imposição do Justo que usa seus poderes místicos para prevenir desastres e/ou proteger pessoas ameaçadas ou perseguidas. No cotidiano, vivem discretamente, em posições de pouco destaque na comunidade.
Em raras ocasiões, um deles é descoberto por acidente. O segredo não deve ser revelado. Os próprios lamed-vavniks desconhecem sua condição e se uma pessoa alega ser um dos 36, essa pessoa, certamente, está mentindo; porque a principal de virtude de um Nistarim é anavah [humildade]. Uma humildade tão sincera que o Nistarim não pode crer que, ele mesmo, é um dos 36 Justos.
UMA LENDA
Existe uma antiga crença judaica que diz respeito aos Lamed Vav Tzadikim (ou as 36 pessoas de bem). Eles também são conhecidos como Lamed Vavniks ou, em outra grafia, Lamed Wufniks. Ela diz que existem - e sempre existiram - trinta e seis homens no mundo cuja missão é justificar a existência humana perante a Deus. Eles são os Lamed Wufniks.
Eles não se conhecem e são pessoas comuns que se sacrificam em detrimento dos outros. Sem saber, os Lamed Wufniks são os pilares secretos do universo. Se não fosse por eles, Deus aniquilaria toda a humanidade. Sem tomar conhecimento, eles evitam que o mal aconteça às pessoas à sua volta. Sem nunca se destacar na multidão, sem nunca perder seu anonimato. Sem perceber, eles são nossos salvadores.
Eles são a prova que oferecemos a Deus de que podemos ser bons e puros e, portanto, merecemos seu amor e sua misericórdia. Eles são os bodes expiatórios da humanidade. Na eventualidade de um Lamed Wufnik perceber sua importância, sua morte é certa: nenhum homem pode suportar nem 1/36 do peso do mundo.
Quando um deles sobe aos céus seu estado é de congelamento total e Deus precisa o esquentar por mil anos antes que sua alma possa se abrir ao Paraíso. E é dito que alguns continuam tão inconsoláveis em relação à humanidade que nem Deus consegue esquentá-los. Então, de tempos em tempos, o Criador adianta o relógio do Último Julgamento em um minuto.
No século VII, judeus da Andalusia (uma região na Espanha) veneraram uma rocha com forma de lágrima. Eles acreditavam que a rocha era a alma de um Lamed Wufnik desconhecido petrificada pelo sofrimento.
In ONLY HUMAN | Pesquisa: Google
Esses 36 Justos, vivendo sobre a Terra, são uma espécie de garantia de salvação do mundo perante o julgamento de Deus. É por causa deles que o Criador permite a existência da Humanidade que degenera em barbárie de costumes. Essa situação remete ao episódio bíblico de Sodoma e Gomorra, quando Deus promete a Abraão que preservará a cidade de Sodoma se ali encontrar ao menos 10 homens justos.
O mito dos Lemedaviniks encerra a possibilidade de que cada pessoa neste mundo pode ser um dos 36 Justos e pode agir como um deles, praticando a misericórdia e a oração pela salvação, pelo bem de toda a Humanidade. A tradição diz, ainda, que um desses 36 Justos pode, potencialmente, ser o Messias Judeu se o mundo estiver pronto para a revelação de sua identidade. Os Justos vivem e morrem como pessoas comuns.
A crença nos 36 Justos preenche, em boa medida, o culto aos santos e outras personalidades no judaísmo. O homem não precisa de intercessores celestiais posto que o mundo recebe a Misericórdia através das ações dos Justos anônimos, desconhecidos e nunca revelados. Qualquer um pode ser um deles: o articulista deste texto; o leitor ou mesmo alguém a quem todos consideram completamente desprovido (a) de qualquer mérito.
tradução, pesquisa e adaptação: Ligia Cabús
Fonte:sofádasala-revista ocultista
A LENDA DOS NOVE DESCONHECIDOS
A tradição dos Nove Desconhecidos remonta à época do imperador Ashoka, que governou as Índias a partir do ano 273 a.C. Era neto do Chandragunta, primeiro unificador da Índia. Cheio de ambição como o seu antepassado, cuja tarefa quis completar, empreendeu a conquista de Kalinga, que se estendia desde a actual Calcutá até Madras. Os “kalinganeses” resistiram e perderam cem mil homens na batalha. O espectáculo dessa multidão massacrada transtornou Ashoka. Ficou, para todo o sempre, com horror à guerra. Renunciou a prosseguir na integração dos países insubmissos, declarando que a verdadeira conquista consiste em captar a estima dos homens pela lei do dever e da piedade, pois a Majestade Sagrada deseja que todos os seres animados usufruam de segurança, liberdade, paz e felicidade. Convertido ao budismo e devido à sua maneira de agir, Ashoka espalhou esta religião através das Índias e do seu império, que ia até à Malásia, Ceilão e Indonésia. Depois o budismo chegou ao Nepal, Tibete, China e Mongólia. No entanto, Ashoka respeitava todas as seitas religiosas. Aconselhava os homens a serem vegetarianos, aboliu o álcool e o sacrifício de animais. H. G. Wells, no seu sumário da história universal, escreve: “Entre as dezenas de milhares de nomes de monarcas que se amontoam nos pilares da história, o de Asoka brilha quase isolado, como uma estrela”.
Diz-se que, consciente dos horrores da guerra, o imperador Ashoka quis proibir para sempre aos homens que utilizassem a inteligência de uma forma prejudicial. Sob o seu reinado, a ciência da natureza passou a ser secreta, tanto passada como futura.
As pesquisas, indo da estrutura da matéria às técnicas de psicologia coletiva, esconder-se-ão, dali em diante e durante vinte e dois séculos, atrás do rosto místico de um povo que o mundo julga apenas preocupado com o êxtase e o sobrenatural. Ashoka fundou a mais poderosa sociedade secreta do Universo: a dos Nove Desconhecidos. Nove Homens, Nove livros, todo o conhecimento do universo. Possuir um dos livros tornaria um dos nove seres mais fortes do mundo. Os nove, o mais forte da Terra. Todos os segredos residem nos Nove Livros que Ashoka fez questão de ocultar. Entretanto, como o portador de um livro teria um profundo respeito por outro portador, sendo que jamais tentariam roubá-los um do outro. Assim eles eram repassados de geração em geração, exceto pelo portador do livro que possuía a chave da imortalidade, que segundo a lenda continua a ser o mesmo desde o inicio da sociedade secreta.
Continua a dizer-se que os grandes responsáveis pelo atual destino da Índia – e sábios como Bose e Ram acreditam na existência dos Nove Desconhecidos – deles recebiam conselhos e mensagens. Com alguma imaginação, é possível avaliar-se a importância dos segredos que poderiam guardar nove homens beneficiando diretamente das experiências, dos trabalhos, dos documentos acumulados durante mais de duas dezenas de séculos. Quais os objetivos que esses homens têm em vista? Não deixar cair em mãos profanas os meios de destruição. Prosseguir as investigações benéficas para a humanidade. Esses homens seriam renovados por cooptação a fim de defender os segredos técnicos de um passado longínquo.
São raras as manifestações exteriores dos Nove Desconhecidos. Uma delas está ligada ao prodigioso destino de um dos homens mais misteriosos do Ocidente: o papa Silvestre II, conhecido sob o nome de Gerbert d’Aurillac. Nascido em Auvergne no ano 920, falecido em 1003, Gerbert foi monge beneditino, professor da universidade de Reims, arcebispo de Ravena e papa por mercê do imperador Otão III. Teria passado algum tempo em Espanha, depois, uma misteriosa viagem tê-lo-ia levado até às Índias, onde captara diversos conhecimentos que causaram assombro no seu séquito. Também possuía, no seu palácio, uma cabeça de bronze que respondia SIM ou NÃO às perguntas que ele lhe fazia sobre a política e a situação geral da cristandade.
Na opinião de Silvestre II (volume CXXXIX da Patrologia Latina, de Migne), esse processo era muito simples e correspondia ao cálculo feito com dois números. Tratar-se-ia de um autómato análogo às nossas modernas máquinas binárias. Essa cabeça “mágica” foi destruída quando da sua morte, e os conhecimentos trazidos por ele cuidadosamente escondidos. A biblioteca do Vaticano proporcionaria sem dúvida algumas surpresas ao investigador autorizado. O número de Outubro de 1954 de Computers and Automation, revista de cibernética, declara: “Temos de imaginar um homem de um saber extraordinário, de uma destreza e de uma habilidade mecânica fora do comum. Essa cabeça falante teria sido feita “sob determinada conjunção das estrelas que se dá exatamente no momento em que todos os planetas estão prestes a iniciar o seu percurso”. Não se tratava nem de passado, nem de presente, nem de futuro, pois aparentemente essa invenção ultrapassava de longe a importância da sua rival: o perverso “espelho sobre a parede” da rainha, precursor dos nossos modernos cérebros automáticos. Houve quem dissesse, evidentemente, que Gerbert apenas foi capaz de construir semelhante máquina porque mantinha relações com o Diabo e lhe jurara eterna fidelidade”.
Teriam outros europeus estado em contato com essa sociedade dos Nove Desconhecidos? Foi preciso esperar pelo século XIX para que reaparecesse este mistério, através dos livros do escritor francês Jacolliot.
Jacolliot era cônsul de França em Calcutá na época de Napoleão III. Escreveu uma obra de antecipação considerável, comparável, se não superior, à de Jules Verne. Deixou, além disso, várias obras consagradas aos grandes segredos da humanidade. Essa obra extraordinária foi roubada pela maior parte dos ocultistas, profetas e taumaturgos. Completamente esquecida em França, é célebre na Rússia. Jacolliot é formal: a Sociedade dos Nove Desconhecidos é uma realidade. E o mais estranho é que cita a este respeito técnicas absolutamente inimagináveis em 1860, como seja, por exemplo, a libertação da energia, a esterilização por meio de radiações e a guerra psicológica.
Yersin, um dos mais próximos colaboradores de Pasteur e de Roux, teria sido informado de segredos biológicos por ocasião da sua viagem a Madras, em 1890, e, segundo as indicações que lhe teriam sido dadas, preparou o soro contra a peste e a cólera.
A primeira divulgação da história dos Nove Desconhecidos deu-se em 1927, com a publicação do livro de Talbot Mundy, que pertenceu, durante vinte e cinco anos, à polícia inglesa das Índias. Esse livro está a meio caminho entre o romance e a investigação.
Os Nove Desconhecidos utilizariam uma linguagem sintética. Cada um deles estaria de posse de um livro constantemente renovado e contendo o relatório pormenorizado de uma ciência. O primeiro destes livros seria consagrado às técnicas da propaganda e da guerra psicológica. “De todas as ciências, diz Mundy, a mais perigosa seria a do controle do pensamento dos povos, pois permitiria governar o mundo inteiro”.
É de notar que a Semântica Geral, de Korjybski, apenas data de 1937 e que foi necessário aguardar a experiência da última guerra mundial para que principiassem a cristalizar-se no Ocidente as técnicas da psicologia da linguagem, quer dizer, da propaganda.
O primeiro colégio de semântica americano só foi criado em 1950. Em França, apenas conhecemos A Violação das Multidões, de Serge Tchokhotine, cuja influência nos meios intelectuais e políticos foi importante, apesar de só ao de leve tocar no assunto.
O segundo livro seria consagrado à psicologia. Falaria especialmente na maneira de matar um homem ao tocar-lhe, provocando a morte pela inversão do influxo nervoso. Diz-se que o judô deriva de certos trechos dessa obra.
O terceiro estudaria a microbiologia e especialmente os colóides de protecção. O quarto trataria da transmutação dos metais. Diz uma lenda que nas épocas de fome, os templos e os organizações religiosas de proteção recebem de uma fonte secreta enormes quantidades de ouro muito fino.
O quinto incluía o estudo de todos os meios de comunicação, terrenos e extraterrenos.
O sexto continha os segredos da gravitação.
O sétimo seria a mais vasta cosmogonia concebida pela nossa humanidade.
O oitavo trataria da luz, do eletromagnetismo e do magnetismo.
O nono seria consagrado à sociologia, indicaria as leis da evolução das sociedades e permitiria a previsão da queda.
À lenda dos Nove Desconhecidos está ligado o mistério das águas do Ganges. Multidões de peregrinos, portadores das mais pavorosas e diversas doenças, ali se banham sem prejuízo para os de boa saúde. Dizem que as águas sagradas purificam tudo. Pretenderam atribuir essa estranha propriedade do rio à formação de bacteriófagos.
Mas por que motivo não se formariam eles igualmente no Bramaputra, no Amazonas ou no Sena? A hipótese de uma esterilização por meio de radiações aparece na obra de Jacolliot, cem anos antes de se saber possível um tal fenómeno. Essas radiações, segundo Jacolliot, seriam originárias de um templo secreto cavado sob o leito do Ganges. Técnicas conhecidas hoje pela nossa Ciência para profileração e oxidação de microorganismos
Afastados das agitações religiosas, sociais e políticas, resoluta e perfeitamente dissimulados, os Nove Desconhecidos encarnam a imagem da ciência calma, da ciência com consciência. Senhora dos destinos da humanidade, mas abstendo-se de utilizar o seu próprio poder, essa sociedade secreta é a mais bela homenagem possível à liberdade em plena elevação. Vigilantes no âmago da sua glória escondida, esses nove homens vêem fazer-se, desfazer-se e tornar a fazer-se as civilizações, menos indiferentes que tolerantes, prontos a auxiliar, mas sempre sob essa imposição de silêncio que é a base da grandeza humana. Mito ou realidade?
Há aqueles que arriscam uma teoria, uma das mais interessantes é essa:
“O Vedas possui diversos trechos que supostamente demonstram a interferência de um povo alienígena convivendo com os indianos há muito tempo. Eram vistos como deuses por possuir uma tecnologia avançadissima. Esse povo passou para os indianos o seu conhecimento. Porém despreparados, os humanos começaram a utilizar de modo errado, como é o caso dos Vimanas ceifando milhares no campo de batalha com um único ataque. O povo extraterreno (ou intraterreno) cansado dessa destruição, retornou para casa. A matança continuou até o dia que Ashoka decidiu por um fim. Dividiu o conhecimento entre os membros da sociedade e estes foram ocultados para sempre e utilizados apenas quando necessário.”
Texto retirado do livro “O despertar dos Mágicos”, de Louis Pauwels e Jacques Bergier.
Diz-se que, consciente dos horrores da guerra, o imperador Ashoka quis proibir para sempre aos homens que utilizassem a inteligência de uma forma prejudicial. Sob o seu reinado, a ciência da natureza passou a ser secreta, tanto passada como futura.
As pesquisas, indo da estrutura da matéria às técnicas de psicologia coletiva, esconder-se-ão, dali em diante e durante vinte e dois séculos, atrás do rosto místico de um povo que o mundo julga apenas preocupado com o êxtase e o sobrenatural. Ashoka fundou a mais poderosa sociedade secreta do Universo: a dos Nove Desconhecidos. Nove Homens, Nove livros, todo o conhecimento do universo. Possuir um dos livros tornaria um dos nove seres mais fortes do mundo. Os nove, o mais forte da Terra. Todos os segredos residem nos Nove Livros que Ashoka fez questão de ocultar. Entretanto, como o portador de um livro teria um profundo respeito por outro portador, sendo que jamais tentariam roubá-los um do outro. Assim eles eram repassados de geração em geração, exceto pelo portador do livro que possuía a chave da imortalidade, que segundo a lenda continua a ser o mesmo desde o inicio da sociedade secreta.
Continua a dizer-se que os grandes responsáveis pelo atual destino da Índia – e sábios como Bose e Ram acreditam na existência dos Nove Desconhecidos – deles recebiam conselhos e mensagens. Com alguma imaginação, é possível avaliar-se a importância dos segredos que poderiam guardar nove homens beneficiando diretamente das experiências, dos trabalhos, dos documentos acumulados durante mais de duas dezenas de séculos. Quais os objetivos que esses homens têm em vista? Não deixar cair em mãos profanas os meios de destruição. Prosseguir as investigações benéficas para a humanidade. Esses homens seriam renovados por cooptação a fim de defender os segredos técnicos de um passado longínquo.
São raras as manifestações exteriores dos Nove Desconhecidos. Uma delas está ligada ao prodigioso destino de um dos homens mais misteriosos do Ocidente: o papa Silvestre II, conhecido sob o nome de Gerbert d’Aurillac. Nascido em Auvergne no ano 920, falecido em 1003, Gerbert foi monge beneditino, professor da universidade de Reims, arcebispo de Ravena e papa por mercê do imperador Otão III. Teria passado algum tempo em Espanha, depois, uma misteriosa viagem tê-lo-ia levado até às Índias, onde captara diversos conhecimentos que causaram assombro no seu séquito. Também possuía, no seu palácio, uma cabeça de bronze que respondia SIM ou NÃO às perguntas que ele lhe fazia sobre a política e a situação geral da cristandade.
Na opinião de Silvestre II (volume CXXXIX da Patrologia Latina, de Migne), esse processo era muito simples e correspondia ao cálculo feito com dois números. Tratar-se-ia de um autómato análogo às nossas modernas máquinas binárias. Essa cabeça “mágica” foi destruída quando da sua morte, e os conhecimentos trazidos por ele cuidadosamente escondidos. A biblioteca do Vaticano proporcionaria sem dúvida algumas surpresas ao investigador autorizado. O número de Outubro de 1954 de Computers and Automation, revista de cibernética, declara: “Temos de imaginar um homem de um saber extraordinário, de uma destreza e de uma habilidade mecânica fora do comum. Essa cabeça falante teria sido feita “sob determinada conjunção das estrelas que se dá exatamente no momento em que todos os planetas estão prestes a iniciar o seu percurso”. Não se tratava nem de passado, nem de presente, nem de futuro, pois aparentemente essa invenção ultrapassava de longe a importância da sua rival: o perverso “espelho sobre a parede” da rainha, precursor dos nossos modernos cérebros automáticos. Houve quem dissesse, evidentemente, que Gerbert apenas foi capaz de construir semelhante máquina porque mantinha relações com o Diabo e lhe jurara eterna fidelidade”.
Teriam outros europeus estado em contato com essa sociedade dos Nove Desconhecidos? Foi preciso esperar pelo século XIX para que reaparecesse este mistério, através dos livros do escritor francês Jacolliot.
Jacolliot era cônsul de França em Calcutá na época de Napoleão III. Escreveu uma obra de antecipação considerável, comparável, se não superior, à de Jules Verne. Deixou, além disso, várias obras consagradas aos grandes segredos da humanidade. Essa obra extraordinária foi roubada pela maior parte dos ocultistas, profetas e taumaturgos. Completamente esquecida em França, é célebre na Rússia. Jacolliot é formal: a Sociedade dos Nove Desconhecidos é uma realidade. E o mais estranho é que cita a este respeito técnicas absolutamente inimagináveis em 1860, como seja, por exemplo, a libertação da energia, a esterilização por meio de radiações e a guerra psicológica.
Yersin, um dos mais próximos colaboradores de Pasteur e de Roux, teria sido informado de segredos biológicos por ocasião da sua viagem a Madras, em 1890, e, segundo as indicações que lhe teriam sido dadas, preparou o soro contra a peste e a cólera.
A primeira divulgação da história dos Nove Desconhecidos deu-se em 1927, com a publicação do livro de Talbot Mundy, que pertenceu, durante vinte e cinco anos, à polícia inglesa das Índias. Esse livro está a meio caminho entre o romance e a investigação.
Os Nove Desconhecidos utilizariam uma linguagem sintética. Cada um deles estaria de posse de um livro constantemente renovado e contendo o relatório pormenorizado de uma ciência. O primeiro destes livros seria consagrado às técnicas da propaganda e da guerra psicológica. “De todas as ciências, diz Mundy, a mais perigosa seria a do controle do pensamento dos povos, pois permitiria governar o mundo inteiro”.
É de notar que a Semântica Geral, de Korjybski, apenas data de 1937 e que foi necessário aguardar a experiência da última guerra mundial para que principiassem a cristalizar-se no Ocidente as técnicas da psicologia da linguagem, quer dizer, da propaganda.
O primeiro colégio de semântica americano só foi criado em 1950. Em França, apenas conhecemos A Violação das Multidões, de Serge Tchokhotine, cuja influência nos meios intelectuais e políticos foi importante, apesar de só ao de leve tocar no assunto.
O segundo livro seria consagrado à psicologia. Falaria especialmente na maneira de matar um homem ao tocar-lhe, provocando a morte pela inversão do influxo nervoso. Diz-se que o judô deriva de certos trechos dessa obra.
O terceiro estudaria a microbiologia e especialmente os colóides de protecção. O quarto trataria da transmutação dos metais. Diz uma lenda que nas épocas de fome, os templos e os organizações religiosas de proteção recebem de uma fonte secreta enormes quantidades de ouro muito fino.
O quinto incluía o estudo de todos os meios de comunicação, terrenos e extraterrenos.
O sexto continha os segredos da gravitação.
O sétimo seria a mais vasta cosmogonia concebida pela nossa humanidade.
O oitavo trataria da luz, do eletromagnetismo e do magnetismo.
O nono seria consagrado à sociologia, indicaria as leis da evolução das sociedades e permitiria a previsão da queda.
À lenda dos Nove Desconhecidos está ligado o mistério das águas do Ganges. Multidões de peregrinos, portadores das mais pavorosas e diversas doenças, ali se banham sem prejuízo para os de boa saúde. Dizem que as águas sagradas purificam tudo. Pretenderam atribuir essa estranha propriedade do rio à formação de bacteriófagos.
Mas por que motivo não se formariam eles igualmente no Bramaputra, no Amazonas ou no Sena? A hipótese de uma esterilização por meio de radiações aparece na obra de Jacolliot, cem anos antes de se saber possível um tal fenómeno. Essas radiações, segundo Jacolliot, seriam originárias de um templo secreto cavado sob o leito do Ganges. Técnicas conhecidas hoje pela nossa Ciência para profileração e oxidação de microorganismos
Afastados das agitações religiosas, sociais e políticas, resoluta e perfeitamente dissimulados, os Nove Desconhecidos encarnam a imagem da ciência calma, da ciência com consciência. Senhora dos destinos da humanidade, mas abstendo-se de utilizar o seu próprio poder, essa sociedade secreta é a mais bela homenagem possível à liberdade em plena elevação. Vigilantes no âmago da sua glória escondida, esses nove homens vêem fazer-se, desfazer-se e tornar a fazer-se as civilizações, menos indiferentes que tolerantes, prontos a auxiliar, mas sempre sob essa imposição de silêncio que é a base da grandeza humana. Mito ou realidade?
Há aqueles que arriscam uma teoria, uma das mais interessantes é essa:
“O Vedas possui diversos trechos que supostamente demonstram a interferência de um povo alienígena convivendo com os indianos há muito tempo. Eram vistos como deuses por possuir uma tecnologia avançadissima. Esse povo passou para os indianos o seu conhecimento. Porém despreparados, os humanos começaram a utilizar de modo errado, como é o caso dos Vimanas ceifando milhares no campo de batalha com um único ataque. O povo extraterreno (ou intraterreno) cansado dessa destruição, retornou para casa. A matança continuou até o dia que Ashoka decidiu por um fim. Dividiu o conhecimento entre os membros da sociedade e estes foram ocultados para sempre e utilizados apenas quando necessário.”
Texto retirado do livro “O despertar dos Mágicos”, de Louis Pauwels e Jacques Bergier.
domingo, 4 de setembro de 2011
Os mistérios da água Novas pesquisas revelam propriedades surpreendentes e podem até ajudar a explicar a homeopatia
Os estudos sobre a água têm gerado algumas das mais insólitas descobertas científicas dos últimos anos. Químicos e físicos estão esbarrando em fenômenos estranhos, como sementes que crescem mais alto e em ritmo mais rápido, desde que regadas com uma água tratada por um campo magnético. Ou a constatação de que pequenas mudanças na estrutura do líquido podem fazê-lo absorver mais ou menos radiação. Há até histórias de pequenos problemas de saúde curados só pela ação da água. Relatos assim são suficientes para que algumas pessoas busquem nos novos estudos indícios para confirmar idéias defendidas pela homeopatia há centenas de anos. Mas essa visão é polêmica e se restringe a alguns pesquisadores.
O essencial é que essas novidades estranhas podem ser a porta de entrada para avanços importantes. Durante uma visita ao Brasil no início deste ano, o inglês Peter Atkins, autoridade mundial em físico-química e professor da Universidade Oxford, foi interrogado por estudantes sobre quais campos de pesquisa mais promissores para a novas descobertas. "Nanotecnologia e estudos sobre a água", respondeu. Bem, talvez a nanotecnologia ainda esteja engatinhando em nosso país, mas felizmente já há brasileiros tentando desvendar os mistérios da molécula de H2O.
Em junho passado o suíço Louis Rey publicou na revista européia "Physica A" os resultados do experimento que fez comparando água pura com duas soluções de cloreto de sódio e cloreto de lítio dissolvidos em água. Na experiência, as etapas de dissolução foram repetidas tantas vezes que o número de moléculas de cloreto de sódio e de cloreto de lítio na solução chegou quase a zero. Ou seja, na prática, as duas amostras também podiam ser consideradas como contendo apenas água. E após cada diluição, Rey sacudia os frascos vigorosamente.
No fim do processo, o suíço congelou as amostras e submeteu-as a uma técnica conhecida como termoluminescência, que usa a radiação para estudar a estrutura dos sólidos. Os resultados mostraram importantes diferenças estruturais, o que sugere que, embora os cloretos não estivessem mais lá, haviam deixado uma espécie de marca de sua passagem impressa na disposição das moléculas da própria água. "Conseguimos mostrar que os remédios homeopáticos são diferentes da água pura, uma polêmica que se arrastava há séculos", disse Rey a GALILEU. "Mas é só um primeiro passo.
O artigo ganhou destaque até na prestigiosa revista britânica "New Scientist" e foi saudado em todo o mundo pelos homeopatas, pois seus resultados sugerem que pode haver uma explicação natural para o que o criador da homeopatia, o alemão Samuel Hahnemann (1755-1843), chamava de "memória": a suposta capacidade da água de absorver traços das substâncias que dissolvesse. Mas recebeu críticas igualmente importantes. As mais fortes vieram do inglês Martin Chaplin, químico da Universidade Southampton de Londres. "Para analisar as amostras, ele teve que congelá-las, o que por si só já alteraria a estrutura das moléculas de água", diz Chaplin. "E talvez alguma contaminação explique as diferenças de estrutura detectadas pela termoluminescência." "Os argumentos de Chaplin mostram que ele não entende de ligações de hidrogênio no gelo", rebate Rey.
Diluir faz crescer
Mas Chaplin não renega totalmente a homeopatia, e recorre a outra experiência esquisita para especular sobre o mecanismo que explica sua ação. Em 2000, dois químicos trabalhando na Coréia fizeram diluições sucessivas tentando quebrar um composto conhecido como fulereno, uma molécula gigante em formato de bola de futebol com mais de 60 átomos de carbono. Só que a ação da água, ao invés de quebrar as tais moléculas gigantes, fez com que formassem agregados cada vez maiores. A experiência foi repetida com outras moléculas e gerou resultados semelhantes.
A formação desses superagregados ainda não foi explicada. Uma hipótese é que resultariam de uma interação com a própria estrutura da água. "Uma dessas supermoléculas, criadas por meio do processo de diluições sucessivas em água, poderia gerar algum efeito no organismo", sugere Chaplin. "Mas isso aconteceria apenas numa pequena porcentagem dos casos. Acho que a eficácia dos remédios homeopáticos se deve na maior parte das vezes ao efeito placebo", avalia.
Já o brasileiro José Fernando Faigle, do Instituto de Química da Unicamp, sentiu-se atraído pelos fenômenos causados pela água tratada com campos magnéticos. Em meados dos anos 1990, Faigle observou que os animais cobaias tratados com esse tipo de água apresentavam sinais positivos, como menor teor de gordura e menos doenças. O passo seguinte foi tentar entender por que isso acontecia. Junto com sua aluna Maria Eugênia Porto, começaram a vasculhar a literatura atrás de pistas. "Basicamente existem duas grandes visões sobre a estrutura da água", explica Faigle. "A mais usada considera apenas as moléculas de H2O, mas existe um outro modelo que leva em conta também os agregados que as moléculas formam, chamadas de clusters." Graças às novas pesquisas, o modelo dos clusters está bastante em voga. Ele prevê que a a água tenha uma estrutura ao mesmo tempo dinâmica e com algum grau de estabilidade.
Um colírio feito de água
A seguir, o time de Campinas passou a realizar experimentos e encontrar resultados estranhos. Um deles visava medir a capacidade de um composto de água e cloreto de magnésio em absorver radiação ultravioleta (UV), enquanto passava por diluições sucessivas. A princípio, a diluição causou a redução no número de moléculas de cloreto de magnésio, o que resultava numa menor absorção de UV. Depois de certo ponto crítico, quando praticamente só havia água no composto, a absorção caiu a zero.
Mas depois de mais diluições a própria água passou a absorver a radiação. A melhor hipótese para explicar o fenômeno tem a ver com mudanças na estrutura de clusters. "É só uma hipótese, porque não temos certeza se clusters existem mesmo", reconhece Maria Eugênia.
O estudo da ação de campos magnéticos também encontrou fenômenos curiosos. De cara, a intensidade dos campos usados em muitos experimentos era tão baixa que deveria ser inócua. Porém, os estudiosos observaram que sementes regadas com água tratada em campo magnético cresciam em maior proporção e em menos tempo. Outros experimentos usando a água como cicatrizante para pele e colírio revelaram eficácia inesperada. Por conta disso, Maria Eugênia desenvolve agora um hidratante feito com água magnetizada para uma empresa de cosméticos.
Ela é cética quanto ao uso medicinal indiscriminado da "água magnetizada", muito popular nos meios não-científicos. "Vi casos onde a água tratada com campo magnético foi inócua ou até danosa. Até que se faça um estudo formal, as pessoas deveriam se resguardar", avalia. Faigle, ao falar sobre os estudos com diluições, ressalta que "embora os homeopatas nos convidem para congressos, não estamos tentando corroborar a homeopatia. Nosso foco é a água".
Tais ressalvas não impediram que surgisse na Unicamp forte oposição ao trabalho de Faigle, que chegou a ser avaliado pela comissão encarregada de zelar pela produtividade da universidade. O episódio foi superado, mas o químico o relembra com visão crítica "A cobrança de produtividade inibe bastante as pesquisas realmente inéditas. E lá fora há preconceito em publicar artigos assim feitos por brasileiros."
O mais famoso caso de pesquisador a entrar em apuros por seus estudos sobre água foi o do francês Jacques Benveniste. Em 1988 ele publicou um artigo na revista "Nature" dizendo ter detectado evidências da tal memória da água. Pouco depois, a revista publicou outro artigo acusando o francês de pseudo-ciência. Porém um estudo publicado em 2001 na revista "Inflammation Research" trouxe novos elementos, favoráveis ao francês. "Não se pode descartar inteiramente o trabalho de Benveniste", avalia Chaplin. "Mas hoje em dia as pessoas têm mais medo de publicar qualquer coisa sobre esse assunto, quer seja contra ou a favor."
Esse é um medo que o pesquisador Vicente Casali, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, não tem. Desde 1995 ele já orientou oito teses que avaliam os impactos da utilização de homeopatia no cultivo de plantas medicinais como xambá, capim-cidreira e mentrasto. "Nosso objetivo era descobrir se a homeopatia poderia substituir os agrotóxicos", conta ele. As teses mostraram que os preparados homeopáticos influíram bastante no metabolismo secundário das plantas. No xambá, o teor de uma substância conhecida como cumarina cresceu 77%, e no capim-cidreira a quantidade de óleo chegou a aumentar 150%. "As plantas ficaram mais saudáveis, mais capazes de se defender de doenças e insetos", explica Casali.
Entusiasmado com os resultados, já ensinou mais de uma centena de agricultores a usar homeopatia no plantio. Ele cita o caso do biólogo Gregor Mendell (1822-1884) como exemplo de situação em que a ciência conseguiu determinar um fenômeno (no caso a herança genética), mas teve que esperar bastante até conseguir entender os mecanismos que o tornavam possível. "Talvez tenha que haver uma mudanca de paradigma, mas mais cedo ou mais tarde, a ciência explicará as bases naturais dos efeitos que estamos estudando", aposta. A julgar pelo ritmo das pesquisas, talvez não tenha que esperar muito.
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578859-1719-2,00.html
Água da torneira após uma Oração
Water - The Great Mystery - é um documentário fantástico (de 2008) sobre a água e as suas incríveis propriedades associadas a fenómenos que estão para além das leis comuns da física e da natureza. Um exemplo disso é a resposta da água às emoções. Os níveis de energia da água aumentam com o amor e a água fica estabilizada, enquanto que emoções agressivas reduzem a sua energia. Emoto Masaru, conhecido pela apresentação do seu trabalho em 'What The Bleep Do We Know', também revela neste documentário algumas das suas experiências.
Os argumentos expostos são surpreendentes e iluminam os horizontes humanos para aplicações de água estruturada na agricultura, no tratamento da maioria das doenças e muito mais...
A água compõe a grande porcentagem do nosso corpo, assim como do planeta. Mas este fantástico elemento contém segredos que o homem começa agora a desvendar. Um dos mistérios observados é o de que a água atua fora das leis que conhecemos da física e da natureza.
Através de diversas experiências, a ciência confirma que na água o mais importante de tudo é a sua estrutura. As moléculas da água apresentam estruturas diferentes de acordo com o meio ambiente a que estão expostas, apesar da sua composição química permanecer exatamente a mesma.
A estrutura da água é a forma como as suas moléculas se organizam. Vemos que as moléculas agrupam-se em grupos, aos quais chamamos 'Clusters', e os cientistas descobriram que estes 'clusters' atuam como células de memória, assim a água pode registrar e gravar informação...
http://odespertardoser.blogs.sapo.pt/4425.html
O essencial é que essas novidades estranhas podem ser a porta de entrada para avanços importantes. Durante uma visita ao Brasil no início deste ano, o inglês Peter Atkins, autoridade mundial em físico-química e professor da Universidade Oxford, foi interrogado por estudantes sobre quais campos de pesquisa mais promissores para a novas descobertas. "Nanotecnologia e estudos sobre a água", respondeu. Bem, talvez a nanotecnologia ainda esteja engatinhando em nosso país, mas felizmente já há brasileiros tentando desvendar os mistérios da molécula de H2O.
Em junho passado o suíço Louis Rey publicou na revista européia "Physica A" os resultados do experimento que fez comparando água pura com duas soluções de cloreto de sódio e cloreto de lítio dissolvidos em água. Na experiência, as etapas de dissolução foram repetidas tantas vezes que o número de moléculas de cloreto de sódio e de cloreto de lítio na solução chegou quase a zero. Ou seja, na prática, as duas amostras também podiam ser consideradas como contendo apenas água. E após cada diluição, Rey sacudia os frascos vigorosamente.
No fim do processo, o suíço congelou as amostras e submeteu-as a uma técnica conhecida como termoluminescência, que usa a radiação para estudar a estrutura dos sólidos. Os resultados mostraram importantes diferenças estruturais, o que sugere que, embora os cloretos não estivessem mais lá, haviam deixado uma espécie de marca de sua passagem impressa na disposição das moléculas da própria água. "Conseguimos mostrar que os remédios homeopáticos são diferentes da água pura, uma polêmica que se arrastava há séculos", disse Rey a GALILEU. "Mas é só um primeiro passo.
O artigo ganhou destaque até na prestigiosa revista britânica "New Scientist" e foi saudado em todo o mundo pelos homeopatas, pois seus resultados sugerem que pode haver uma explicação natural para o que o criador da homeopatia, o alemão Samuel Hahnemann (1755-1843), chamava de "memória": a suposta capacidade da água de absorver traços das substâncias que dissolvesse. Mas recebeu críticas igualmente importantes. As mais fortes vieram do inglês Martin Chaplin, químico da Universidade Southampton de Londres. "Para analisar as amostras, ele teve que congelá-las, o que por si só já alteraria a estrutura das moléculas de água", diz Chaplin. "E talvez alguma contaminação explique as diferenças de estrutura detectadas pela termoluminescência." "Os argumentos de Chaplin mostram que ele não entende de ligações de hidrogênio no gelo", rebate Rey.
Diluir faz crescer
Mas Chaplin não renega totalmente a homeopatia, e recorre a outra experiência esquisita para especular sobre o mecanismo que explica sua ação. Em 2000, dois químicos trabalhando na Coréia fizeram diluições sucessivas tentando quebrar um composto conhecido como fulereno, uma molécula gigante em formato de bola de futebol com mais de 60 átomos de carbono. Só que a ação da água, ao invés de quebrar as tais moléculas gigantes, fez com que formassem agregados cada vez maiores. A experiência foi repetida com outras moléculas e gerou resultados semelhantes.
A formação desses superagregados ainda não foi explicada. Uma hipótese é que resultariam de uma interação com a própria estrutura da água. "Uma dessas supermoléculas, criadas por meio do processo de diluições sucessivas em água, poderia gerar algum efeito no organismo", sugere Chaplin. "Mas isso aconteceria apenas numa pequena porcentagem dos casos. Acho que a eficácia dos remédios homeopáticos se deve na maior parte das vezes ao efeito placebo", avalia.
Já o brasileiro José Fernando Faigle, do Instituto de Química da Unicamp, sentiu-se atraído pelos fenômenos causados pela água tratada com campos magnéticos. Em meados dos anos 1990, Faigle observou que os animais cobaias tratados com esse tipo de água apresentavam sinais positivos, como menor teor de gordura e menos doenças. O passo seguinte foi tentar entender por que isso acontecia. Junto com sua aluna Maria Eugênia Porto, começaram a vasculhar a literatura atrás de pistas. "Basicamente existem duas grandes visões sobre a estrutura da água", explica Faigle. "A mais usada considera apenas as moléculas de H2O, mas existe um outro modelo que leva em conta também os agregados que as moléculas formam, chamadas de clusters." Graças às novas pesquisas, o modelo dos clusters está bastante em voga. Ele prevê que a a água tenha uma estrutura ao mesmo tempo dinâmica e com algum grau de estabilidade.
Um colírio feito de água
A seguir, o time de Campinas passou a realizar experimentos e encontrar resultados estranhos. Um deles visava medir a capacidade de um composto de água e cloreto de magnésio em absorver radiação ultravioleta (UV), enquanto passava por diluições sucessivas. A princípio, a diluição causou a redução no número de moléculas de cloreto de magnésio, o que resultava numa menor absorção de UV. Depois de certo ponto crítico, quando praticamente só havia água no composto, a absorção caiu a zero.
Mas depois de mais diluições a própria água passou a absorver a radiação. A melhor hipótese para explicar o fenômeno tem a ver com mudanças na estrutura de clusters. "É só uma hipótese, porque não temos certeza se clusters existem mesmo", reconhece Maria Eugênia.
O estudo da ação de campos magnéticos também encontrou fenômenos curiosos. De cara, a intensidade dos campos usados em muitos experimentos era tão baixa que deveria ser inócua. Porém, os estudiosos observaram que sementes regadas com água tratada em campo magnético cresciam em maior proporção e em menos tempo. Outros experimentos usando a água como cicatrizante para pele e colírio revelaram eficácia inesperada. Por conta disso, Maria Eugênia desenvolve agora um hidratante feito com água magnetizada para uma empresa de cosméticos.
Ela é cética quanto ao uso medicinal indiscriminado da "água magnetizada", muito popular nos meios não-científicos. "Vi casos onde a água tratada com campo magnético foi inócua ou até danosa. Até que se faça um estudo formal, as pessoas deveriam se resguardar", avalia. Faigle, ao falar sobre os estudos com diluições, ressalta que "embora os homeopatas nos convidem para congressos, não estamos tentando corroborar a homeopatia. Nosso foco é a água".
Tais ressalvas não impediram que surgisse na Unicamp forte oposição ao trabalho de Faigle, que chegou a ser avaliado pela comissão encarregada de zelar pela produtividade da universidade. O episódio foi superado, mas o químico o relembra com visão crítica "A cobrança de produtividade inibe bastante as pesquisas realmente inéditas. E lá fora há preconceito em publicar artigos assim feitos por brasileiros."
O mais famoso caso de pesquisador a entrar em apuros por seus estudos sobre água foi o do francês Jacques Benveniste. Em 1988 ele publicou um artigo na revista "Nature" dizendo ter detectado evidências da tal memória da água. Pouco depois, a revista publicou outro artigo acusando o francês de pseudo-ciência. Porém um estudo publicado em 2001 na revista "Inflammation Research" trouxe novos elementos, favoráveis ao francês. "Não se pode descartar inteiramente o trabalho de Benveniste", avalia Chaplin. "Mas hoje em dia as pessoas têm mais medo de publicar qualquer coisa sobre esse assunto, quer seja contra ou a favor."
Esse é um medo que o pesquisador Vicente Casali, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, não tem. Desde 1995 ele já orientou oito teses que avaliam os impactos da utilização de homeopatia no cultivo de plantas medicinais como xambá, capim-cidreira e mentrasto. "Nosso objetivo era descobrir se a homeopatia poderia substituir os agrotóxicos", conta ele. As teses mostraram que os preparados homeopáticos influíram bastante no metabolismo secundário das plantas. No xambá, o teor de uma substância conhecida como cumarina cresceu 77%, e no capim-cidreira a quantidade de óleo chegou a aumentar 150%. "As plantas ficaram mais saudáveis, mais capazes de se defender de doenças e insetos", explica Casali.
Entusiasmado com os resultados, já ensinou mais de uma centena de agricultores a usar homeopatia no plantio. Ele cita o caso do biólogo Gregor Mendell (1822-1884) como exemplo de situação em que a ciência conseguiu determinar um fenômeno (no caso a herança genética), mas teve que esperar bastante até conseguir entender os mecanismos que o tornavam possível. "Talvez tenha que haver uma mudanca de paradigma, mas mais cedo ou mais tarde, a ciência explicará as bases naturais dos efeitos que estamos estudando", aposta. A julgar pelo ritmo das pesquisas, talvez não tenha que esperar muito.
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578859-1719-2,00.html
Água da torneira após uma Oração
Water - The Great Mystery - é um documentário fantástico (de 2008) sobre a água e as suas incríveis propriedades associadas a fenómenos que estão para além das leis comuns da física e da natureza. Um exemplo disso é a resposta da água às emoções. Os níveis de energia da água aumentam com o amor e a água fica estabilizada, enquanto que emoções agressivas reduzem a sua energia. Emoto Masaru, conhecido pela apresentação do seu trabalho em 'What The Bleep Do We Know', também revela neste documentário algumas das suas experiências.
Os argumentos expostos são surpreendentes e iluminam os horizontes humanos para aplicações de água estruturada na agricultura, no tratamento da maioria das doenças e muito mais...
A água compõe a grande porcentagem do nosso corpo, assim como do planeta. Mas este fantástico elemento contém segredos que o homem começa agora a desvendar. Um dos mistérios observados é o de que a água atua fora das leis que conhecemos da física e da natureza.
Através de diversas experiências, a ciência confirma que na água o mais importante de tudo é a sua estrutura. As moléculas da água apresentam estruturas diferentes de acordo com o meio ambiente a que estão expostas, apesar da sua composição química permanecer exatamente a mesma.
A estrutura da água é a forma como as suas moléculas se organizam. Vemos que as moléculas agrupam-se em grupos, aos quais chamamos 'Clusters', e os cientistas descobriram que estes 'clusters' atuam como células de memória, assim a água pode registrar e gravar informação...
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
EXPERIÊNCIAS DE QUASE-MORTE
As EQMs (experiências de quase-morte) são bastante comuns hoje em dia, e se incorporaram à linguagem cotidiana. Frases como "minha vida inteira passou como um flash diante dos meus olhos" e "ir para a luz" vêm de décadas de pesquisas sobre essas experiências estranhas e aparentemente sobrenaturais pelas quais passam pessoas à beira da morte. Mas o que exatamente são as EQMs? Alucinações? Experiências espirituais? Provas de que há vida após a morte? Ou são simplesmente alterações químicas no cérebro e órgãos sensoriais nos momentos que antecedem a morte?
Neste artigo, discutiremos o que torna uma experiência uma EQM e quem passa por ela. Também vamos explorar teorias espirituais, filosóficas e científicas sobre por que elas acontecem.
Definição
O Dr. Raymond Moody popularizou o termo "experiência de quase-morte" em seu livro escrito em 1975, "Vida após a vida". Esse livro chamou a atenção das pessoas para o conceito de experiência de quase-morte, mas relatos dessas experiências sempre ocorreram através da história.
Uma experiência de quase-morte é uma experiência na qual uma pessoa perto da morte ou sofrendo de algum trauma ou doença que possa levar a ela percebe eventos que parecem ser impossíveis, não usuais ou sobrenaturais. Apesar de haver muitas dúvidas sobre as EQM, uma coisa é certa - elas existem. Milhares de pessoas realmente perceberam sensações similares enquanto estavam próximas da morte. O debate é se elas realmente experimentaram ou não o que perceberam.
Características comuns
Tranquilidade - essas sensações podem incluir paz, aceitação da morte, conforto físico e emocional;
Luz intensa, pura e radiante - às vezes essa luz intensa (porém não dolorosa) preenche o quarto. Em outros casos, a pessoa vê uma luz que sente representar o Céu ou Deus;
Experiências fora do corpo (EFC) - a pessoa sente que deixou seu corpo. Ela pode olhar para baixo e ver o corpo, geralmente descrevendo a visão dos médicos trabalhando nele. Em alguns casos, o "espírito" da pessoa voa para fora do quarto, para o céu ou até para o espaço;
entrando em outra realidade ou dimensão - dependendo das crenças religiosas da pessoa e da natureza da experiência, ela pode perceber esse domínio como o Céu ou, em raros casos, como o Inferno;
seres espirituais - durante a EFC, a pessoa encontra "seres de luz", ou outras representações de entidades espirituais. Ela pode perceber esses seres como entes queridos que morreram, anjos, santos ou Deus;
o túnel - as pessoas se vêem em um túnel com uma luz no final, no qual podem encontrar seres espirituais;
comunicação com espíritos - antes que a EQM termine, muitas pessoas relatam alguma forma de comunicação com um ser espiritual. Essa é geralmente expressa como uma "forte voz masculina", dizendo que ainda não chegou sua hora e ordenando que volte para seu corpo. Algumas pessoas relatam que foram convidadas a escolher entre ir para a luz ou voltarem para seu corpo terreno. Outras sentem que foram compelidas a retornar para o corpo por um comando sem voz;
revisão da vida - A pessoa vê a vida inteira em um flashback. Isso pode ser algo muito detalhado ou bastante breve. Ela pode também perceber alguma forma de julgamento vindo de entidades espirituais próximas.
Características não-comuns
Algumas EQMs têm elementos que sustentam poucas semelhanças com a experiência de quase-morte "típica". Segundo pesquisas, algo em torno de 1% a 25% dos indivíduos não experimenta sensações de paz, não visita o céu e nem encontra espíritos amigáveis. Ao invés disso, sentem-se atemorizados e são abordados por demônios ou duendes maliciosos. Eles podem visitar locais que se encaixam nas descrições bíblicas do Inferno, incluindo fogo, almas atormentadas e uma sensação de calor opressivo.
Menos comuns são os relatos de EQMs compartilhadas, onde alguém ligado à pessoa que está morrendo a acompanha em sua jornada fora do corpo. Isso pode tomar a forma de um sonho que ocorre no mesmo momento em que a pessoa estava próxima da morte. Crianças também passam por EQM. As muitos novas tendem a relatar experiências surrealistas com alguns dos elementos comuns das EQMs, mas à medida que elas se tornam mais velhas, o ensino religioso geralmente colore suas EQMs com uma conotação mais espiritual, tal como encontrar Deus ou Jesus.
Uma pequena porcentagem de pessoas que passaram por EQMs relatam visões proféticas que lhes revelaram o destino da Terra e da humanidade. Trata-se geralmente de uma visão apocalíptica, mostrando o final dos tempos, mas alguns relatam visões da humanidade evoluindo em seres superiores. Um grupo de pessoas que não se conheciam relatou que o mundo terminaria em 1988.
Quem passa por uma EQM
Em 1982, o pesquisador George Gallup Jr. e o autor William Proctor publicaram "Aventuras na imortalidade", um livro sobre EQM baseado em duas pesquisas do Instituto Gallup abordando especificamente a quase morte e a crença na vida após a morte. Esse levantamento continua sendo a fonte mais usada para estatísticas sobre EQM.
Gallup e Proctor descobriram que 15% de todos os americanos que passaram por situações de quase-morte relataram EQMs. Dessas, 9% incluíam uma "experiência clássica fora do corpo", 11% incluíam entrar em outro domínio ou dimensão e 8% salientavam a presença de seres espirituais. Somente 1% relatou EQMs negativas. Mas esses dados têm mais de 20 anos e outros pesquisadores, cujos estudos foram, geralmente, feitos em menor escala, relatam estatísticas sobre EQMs, que podem variar bastante do levantamento feito em 1982.
Uma análise estatística de mais de 100 indivíduos que tiveram EQM revelou que as crenças religiosas prévias e o conhecimento prévio destas experiências não tinham um efeito considerável na probabilidade de se ter uma EQM.
Outra pesquisa enfocou o efeito de uma EQM sobre a vida do indivíduo. Kenneth Ring, um dos mais prolíficos pesquisadores e autores de estudos sobre EQM, relata um grande número de indivíduos que adquiriram autoconfiança e se tornaram mais extrovertidos após a experiência. Um dos estudos de Ring quantificou as mudanças nas atitudes do indivíduo para com a vida, que geralmente incluem um maior senso de propósito e apreciação da vida, um aumento na compaixão, paciência e compreensão, assim como uma sensação geral de força pessoal. Uma pequena porcentagem de indivíduos relatou sensações de medo, depressão e enfoque na morte. Ring também verificou que as pessoas que passam por EQM tendem a perceber um aumento no senso de sentimentos religiosos e crença em um mundo espiritual. Contudo, ele observa que isso não necessariamente se traduz em uma freqüência maior na igreja - é mais crescimento pessoal e interior nos sentimentos religiosos e espirituais. Finalmente, pessoas que passam por EQMs geralmente percebem que não temem a morte e sentem que uma experiência positiva estará esperando por elas quando realmente morrerem.
Teoria sobrenatural
As teorias que explicam as experiências de quase-morte caem em duas categorias básicas: explicações científicas (incluindo médicas, fisiológicas e psicológicas) e explicações sobrenaturais (incluindo espirituais e religiosas). Obviamente, essas últimas não podem ser provadas nem negadas. A aceitação das explicações sobrenaturais baseia-se na fé e no contexto espiritual e cultural.
A explicação sobrenatural mais comum é que alguém que passa por uma EQM está, na verdade, experimentando e lembrando de coisas que aconteceram com sua consciência não corpórea. Quando estão próximas da morte, suas almas deixam o corpo e começam a perceber coisas que normalmente não perceberiam. A alma passa pela fronteira entre o nosso mundo e o pós-vida, geralmente representada por um túnel com uma luz no final. Enquanto está nessa jornada, a alma encontra-se com outras entidades espirituais (almas) e pode até encontrar uma entidade divina, que muitas pessoas percebem como sendo Deus. Eles vêem um relance de outra realidade de existência, geralmente interpretado como Céu, mas são trazidos de volta, ou escolhem voltar, para seu corpo terreno.
A crença em projeção astral liga as EQMs com outras formas de experiência fora do corpo. A projeção astral é a habilidade de um "ser astral" viajar fora do corpo. Em uma EQM, esse ser astral, ou alma, deixa espontaneamente o corpo e percorre livremente outros lugares. Alguns poucos casos de EQM parecem oferecer provas de que as pessoas realmente experimentam eventos de um ponto de vista diferente daquele do seu corpo terreno. Pessoas que estavam inconscientes e sem reação, que tiveram os olhos fechados ou foram declaradas clinicamente mortas, relatam detalhes dos procedimentos nelas aplicados e das pessoas presentes no quarto. Há relatos de pessoas com cegueira permanente que passaram por uma EQM e foram capazes de identificar, por exemplo, a cor da camisa do médico.
Para aqueles com fortes crenças na teologia judaico-cristã, as EQMs representam uma prova de que possuímos almas, que elas continuam a existir depois que morremos e que Céu e Inferno são lugares reais. Alguns acreditam que as EQMs são obra de Satanás, que tenta explorar a vulnerabilidade das pessoas naquele momento, aparecendo como um "anjo de luz". O objetivo de Satanás com essa farsa não é claro.
Outras teorias são um pouco mais esotéricas. Alguns acreditam que uma EQM representa uma ligação psíquica com seres inteligentes superiores de outra dimensão. Estes seres podem ser humanos, que evoluíram suas almas superando o ciclo nascimento-morte-reencarnação, oferecendo desse modo um relance do futuro da humanidade como seres espirituais superiores. Às vezes, uma EQM pode até oferecer uma visão literal do futuro, como nas experiências com profecias apocalípticas mencionadas anteriormente.
É interessante observar que as religiões não judaico-cristãs têm histórias e descrições da morte que parecem explicar muitos dos traços comuns das EQMs. O budismo, por exemplo, descreve a "clara luz da morte", assim como as incorporações demoníacas das falhas morais. A meta da alma é identificar tanto a luz quanto as aparições como projeções da natureza da própria alma, não como algo objetivamente real. Se isso acontece, a alma pode escapar do ciclo de nascimento-morte-reencarnação e alcançar o nirvana.
Teorias científicas
A ciência não pode realmente explicar por que algumas pessoas têm experiências de quase-morte. Isso não quer dizer que as explicações científicas atuais estejam erradas, mas sim que as EQMs são complexas, subjetivas e têm uma forte carga emocional. Além disso, muitos aspectos das EQMs não podem ser testados. Não podemos fazer um teste para determinar se alguém realmente visitou o céu e encontrou-se com Deus, ou propositalmente colocar alguém à beira da morte para então ressuscitá-la em laboratório para testar sua percepção extra-corpórea.
Apesar de tudo isso, a ciência médica oferece evidências atraentes de que muitos aspectos das EQMs são de natureza fisiológica e psicológica. Os cientistas têm comprovado que as drogas cetamina e PCP (cloridrato de fenciclidina) podem criar sensações nos usuários que são quase idênticas a muitas EQMs. De fato, alguns usuários pensam que estão realmente morrendo enquanto estão sob o efeito da droga.
O mecanismo por trás de algumas dessas experiências estranhas está no modo como nosso cérebro processa as informações sensoriais. Aquilo que nós vemos como "realidade" ao nosso redor é somente a soma de todas as informações sensoriais que nosso cérebro está recebendo em um determinado momento. Quando você olha para uma tela de computador, a luz da tela atinge as suas retinas e a informação é enviada para as áreas apropriadas do cérebro, onde os padrões de luz são interpretados como algo significativo - nesse caso, as palavras que você está lendo no momento. Um sistema ainda mais complexo de nervos e fibras musculares permite que o nosso cérebro saiba onde o seu corpo está em relação ao espaço em redor. Feche seus olhos e levante a mão direita até que esteja na altura do topo da sua cabeça. Como você sabe onde sua mão está sem olhar para ela? Seu sistema sensorial permite que você saiba onde sua mão está, mesmo quando seus olhos estão fechados.
Agora imagine que todos os seus sentidos estão funcionando mal. Ao invés dos impulsos sensoriais reais provenientes do mundo ao seu redor, seu cérebro está recebendo informações incorretas, possivelmente devido às drogas ou alguma forma de trauma, fazendo com que seu cérebro fique temporariamente imobilizado. O que você percebe como uma experiência real é, na verdade, o seu cérebro tentando interpretar essa informação. Alguns têm teorizado que o "ruído neural", ou uma sobrecarga de informações enviadas para o córtex visual cerebral, cria a imagem de uma luz brilhante que aumenta gradualmente. O cérebro pode interpretar isso como o ato de mover-se através de um túnel escuro.
Do mesmo modo, o senso espacial do cérebro é propenso ao mal funcionamento durante uma experiência de quase morte. Novamente, seu cérebro interpreta informações incorretas sobre onde está o corpo em relação ao espaço ao redor. O resultado é a sensação de sair do corpo e flutuar pelo quarto. Combinado aos outros efeitos do trauma e privação de oxigênio no cérebro (um sintoma em muitas situações de quase morte), isso leva à experiência resultante de flutuar no espaço enquanto se olha para baixo para o próprio corpo e depois partir e flutuar através de um túnel.
A sensação de paz e calma sentida durante as EQMs pode ser um mecanismo que ajuda a lidar com o problema, desencadeado pelos níveis aumentados de endorfinas produzidas no cérebro durante o trauma. Muitas pessoas experimentam um senso estranho de desprendimento e falta de resposta emocional durante eventos traumáticos (estejam ou não relacionados a uma experiência de quase morte). Esse é o mesmo efeito. As EQMs que incluem visitas ao Céu ou encontros com Deus poderiam envolver uma combinação de vários fatores. Impulsos sensoriais defeituosos, privação de oxigênio e euforia induzida por endorfinas criam uma experiência surreal, embora realista. Quando a pessoa se recorda da cena mais tarde, ela já passou pelo filtro da sua mente consciente. Experiências bizarras que parecem inexplicáveis se transformam em seres espirituais, outras dimensões e conversas com Deus.
As experiências de pessoas cujas aventuras fora do corpo permitem ver e ouvir eventos que seu corpo inconsciente não seria capaz de perceber, são mais difíceis de explicar. Contudo, é plausível que pessoas inconscientes possam ainda registrar pistas sensoriais e conhecimento prévio, e incorporá-los na sua EQM. Se isso é mais plausível do que a alma da pessoa flutuando fora do corpo é uma questão de opinião pessoal.
Obviamente, isso apenas arranha a superfície das explicações possíveis para uma EQM. As EQMs parecem oferecer alguma esperança de que a morte não é necessariamente algo a ser temido, nem é o fim da consciência. Mesmo a ciência tem dificuldades para lidar com a morte - a comunidade médica tem se debatido por décadas com definições específicas para morte clínica, morte orgânica e morte cerebral. Para cada aspecto de uma EQM, há pelo menos uma explicação científica. E para cada explicação científica, parece haver cinco casos de EQM a desafiá-la.
Relatos
I
"No momento mais desesperador, o pequeno quarto começou a se encher de luz... a luz que entrou naquele quarto era Cristo; eu sabia porque um pensamento foi colocado profundamente dentro de mim: 'Você está na presença do Filho de Deus'. Era uma presença tão confortante, tão alegre e satisfatória, que eu queria me perder para sempre dentro dessa maravilha. Junto com a presença de Cristo apareceu também cada episódio único de toda a minha vida. Lá estavam eles, cada evento, pensamento e conversa, tão palpáveis quanto uma série de fotografias... e então uma nova onda de luz se alastrou pelo quarto que já estava incrivelmente iluminado e subitamente nós estávamos em outro mundo. Ou melhor, eu percebia ao redor de nós um mundo diferente ocupando o mesmo espaço... Do mundo final eu só tive um vislumbre. E agora não parece mais que estamos na Terra e sim muito, muito longe, sem nenhuma relação com ela. E lá, ainda a uma grande distância, eu vi uma cidade, mas uma cidade... feita de luz. Movendo-se entre as construções, havia seres tão fortemente luminosos quanto Aquele que estava de pé ao meu lado".
- George G. Ritchie Jr., após quase ter morrido devido a uma febre (trecho de "O vestíbulo", de Jess E. Weiss).
II
"O que me lembro é de ver meu corpo em um leito do hospital com um médico e enfermeiros ao redor... eu sentia muita paz e não tinha perguntas sobre a cena que via. Era tudo muito claro, mais real do que a própria realidade. Eu sentia que estava onde era o meu lugar. O quarto era branco, mas havia uma luminosidade à minha volta que era diferente da luz do quarto. Eu sentia como se estivesse no quarto (no canto), mas ao mesmo tempo em espaço aberto. Tudo era lindo. Não havia nenhum tipo de dor".- Tracy Lovell, após uma tentativa de suicídio por overdose (em "O retorno do silêncio", de Scott D. Rogo).
III
"Você pode ter ouvido que morrer é desagradável, mas não acredite nisso. Morrer é a sensação mais doce, terna e sensível que eu já experimentei. A morte vem disfarçada de um amigo compassivo... é fácil morrer. Você precisa lutar para viver".
- Edward V. Rickenbacker, ás da aviação na primeira guerra mundial, lutando para viver após ter sido gravemente lesado em um acidente com um avião civil (em "O vestíbulo", por Jess E. Weiss).
http://www.misteriosdomundo.com/2011/07/o-que-sao-as-eqms-experiencias-de-quase.html
Neste artigo, discutiremos o que torna uma experiência uma EQM e quem passa por ela. Também vamos explorar teorias espirituais, filosóficas e científicas sobre por que elas acontecem.
Definição
O Dr. Raymond Moody popularizou o termo "experiência de quase-morte" em seu livro escrito em 1975, "Vida após a vida". Esse livro chamou a atenção das pessoas para o conceito de experiência de quase-morte, mas relatos dessas experiências sempre ocorreram através da história.
Uma experiência de quase-morte é uma experiência na qual uma pessoa perto da morte ou sofrendo de algum trauma ou doença que possa levar a ela percebe eventos que parecem ser impossíveis, não usuais ou sobrenaturais. Apesar de haver muitas dúvidas sobre as EQM, uma coisa é certa - elas existem. Milhares de pessoas realmente perceberam sensações similares enquanto estavam próximas da morte. O debate é se elas realmente experimentaram ou não o que perceberam.
Características comuns
Tranquilidade - essas sensações podem incluir paz, aceitação da morte, conforto físico e emocional;
Luz intensa, pura e radiante - às vezes essa luz intensa (porém não dolorosa) preenche o quarto. Em outros casos, a pessoa vê uma luz que sente representar o Céu ou Deus;
Experiências fora do corpo (EFC) - a pessoa sente que deixou seu corpo. Ela pode olhar para baixo e ver o corpo, geralmente descrevendo a visão dos médicos trabalhando nele. Em alguns casos, o "espírito" da pessoa voa para fora do quarto, para o céu ou até para o espaço;
entrando em outra realidade ou dimensão - dependendo das crenças religiosas da pessoa e da natureza da experiência, ela pode perceber esse domínio como o Céu ou, em raros casos, como o Inferno;
seres espirituais - durante a EFC, a pessoa encontra "seres de luz", ou outras representações de entidades espirituais. Ela pode perceber esses seres como entes queridos que morreram, anjos, santos ou Deus;
o túnel - as pessoas se vêem em um túnel com uma luz no final, no qual podem encontrar seres espirituais;
comunicação com espíritos - antes que a EQM termine, muitas pessoas relatam alguma forma de comunicação com um ser espiritual. Essa é geralmente expressa como uma "forte voz masculina", dizendo que ainda não chegou sua hora e ordenando que volte para seu corpo. Algumas pessoas relatam que foram convidadas a escolher entre ir para a luz ou voltarem para seu corpo terreno. Outras sentem que foram compelidas a retornar para o corpo por um comando sem voz;
revisão da vida - A pessoa vê a vida inteira em um flashback. Isso pode ser algo muito detalhado ou bastante breve. Ela pode também perceber alguma forma de julgamento vindo de entidades espirituais próximas.
Características não-comuns
Algumas EQMs têm elementos que sustentam poucas semelhanças com a experiência de quase-morte "típica". Segundo pesquisas, algo em torno de 1% a 25% dos indivíduos não experimenta sensações de paz, não visita o céu e nem encontra espíritos amigáveis. Ao invés disso, sentem-se atemorizados e são abordados por demônios ou duendes maliciosos. Eles podem visitar locais que se encaixam nas descrições bíblicas do Inferno, incluindo fogo, almas atormentadas e uma sensação de calor opressivo.
Menos comuns são os relatos de EQMs compartilhadas, onde alguém ligado à pessoa que está morrendo a acompanha em sua jornada fora do corpo. Isso pode tomar a forma de um sonho que ocorre no mesmo momento em que a pessoa estava próxima da morte. Crianças também passam por EQM. As muitos novas tendem a relatar experiências surrealistas com alguns dos elementos comuns das EQMs, mas à medida que elas se tornam mais velhas, o ensino religioso geralmente colore suas EQMs com uma conotação mais espiritual, tal como encontrar Deus ou Jesus.
Uma pequena porcentagem de pessoas que passaram por EQMs relatam visões proféticas que lhes revelaram o destino da Terra e da humanidade. Trata-se geralmente de uma visão apocalíptica, mostrando o final dos tempos, mas alguns relatam visões da humanidade evoluindo em seres superiores. Um grupo de pessoas que não se conheciam relatou que o mundo terminaria em 1988.
Quem passa por uma EQM
Em 1982, o pesquisador George Gallup Jr. e o autor William Proctor publicaram "Aventuras na imortalidade", um livro sobre EQM baseado em duas pesquisas do Instituto Gallup abordando especificamente a quase morte e a crença na vida após a morte. Esse levantamento continua sendo a fonte mais usada para estatísticas sobre EQM.
Gallup e Proctor descobriram que 15% de todos os americanos que passaram por situações de quase-morte relataram EQMs. Dessas, 9% incluíam uma "experiência clássica fora do corpo", 11% incluíam entrar em outro domínio ou dimensão e 8% salientavam a presença de seres espirituais. Somente 1% relatou EQMs negativas. Mas esses dados têm mais de 20 anos e outros pesquisadores, cujos estudos foram, geralmente, feitos em menor escala, relatam estatísticas sobre EQMs, que podem variar bastante do levantamento feito em 1982.
Uma análise estatística de mais de 100 indivíduos que tiveram EQM revelou que as crenças religiosas prévias e o conhecimento prévio destas experiências não tinham um efeito considerável na probabilidade de se ter uma EQM.
Outra pesquisa enfocou o efeito de uma EQM sobre a vida do indivíduo. Kenneth Ring, um dos mais prolíficos pesquisadores e autores de estudos sobre EQM, relata um grande número de indivíduos que adquiriram autoconfiança e se tornaram mais extrovertidos após a experiência. Um dos estudos de Ring quantificou as mudanças nas atitudes do indivíduo para com a vida, que geralmente incluem um maior senso de propósito e apreciação da vida, um aumento na compaixão, paciência e compreensão, assim como uma sensação geral de força pessoal. Uma pequena porcentagem de indivíduos relatou sensações de medo, depressão e enfoque na morte. Ring também verificou que as pessoas que passam por EQM tendem a perceber um aumento no senso de sentimentos religiosos e crença em um mundo espiritual. Contudo, ele observa que isso não necessariamente se traduz em uma freqüência maior na igreja - é mais crescimento pessoal e interior nos sentimentos religiosos e espirituais. Finalmente, pessoas que passam por EQMs geralmente percebem que não temem a morte e sentem que uma experiência positiva estará esperando por elas quando realmente morrerem.
Teoria sobrenatural
As teorias que explicam as experiências de quase-morte caem em duas categorias básicas: explicações científicas (incluindo médicas, fisiológicas e psicológicas) e explicações sobrenaturais (incluindo espirituais e religiosas). Obviamente, essas últimas não podem ser provadas nem negadas. A aceitação das explicações sobrenaturais baseia-se na fé e no contexto espiritual e cultural.
A explicação sobrenatural mais comum é que alguém que passa por uma EQM está, na verdade, experimentando e lembrando de coisas que aconteceram com sua consciência não corpórea. Quando estão próximas da morte, suas almas deixam o corpo e começam a perceber coisas que normalmente não perceberiam. A alma passa pela fronteira entre o nosso mundo e o pós-vida, geralmente representada por um túnel com uma luz no final. Enquanto está nessa jornada, a alma encontra-se com outras entidades espirituais (almas) e pode até encontrar uma entidade divina, que muitas pessoas percebem como sendo Deus. Eles vêem um relance de outra realidade de existência, geralmente interpretado como Céu, mas são trazidos de volta, ou escolhem voltar, para seu corpo terreno.
A crença em projeção astral liga as EQMs com outras formas de experiência fora do corpo. A projeção astral é a habilidade de um "ser astral" viajar fora do corpo. Em uma EQM, esse ser astral, ou alma, deixa espontaneamente o corpo e percorre livremente outros lugares. Alguns poucos casos de EQM parecem oferecer provas de que as pessoas realmente experimentam eventos de um ponto de vista diferente daquele do seu corpo terreno. Pessoas que estavam inconscientes e sem reação, que tiveram os olhos fechados ou foram declaradas clinicamente mortas, relatam detalhes dos procedimentos nelas aplicados e das pessoas presentes no quarto. Há relatos de pessoas com cegueira permanente que passaram por uma EQM e foram capazes de identificar, por exemplo, a cor da camisa do médico.
Para aqueles com fortes crenças na teologia judaico-cristã, as EQMs representam uma prova de que possuímos almas, que elas continuam a existir depois que morremos e que Céu e Inferno são lugares reais. Alguns acreditam que as EQMs são obra de Satanás, que tenta explorar a vulnerabilidade das pessoas naquele momento, aparecendo como um "anjo de luz". O objetivo de Satanás com essa farsa não é claro.
Outras teorias são um pouco mais esotéricas. Alguns acreditam que uma EQM representa uma ligação psíquica com seres inteligentes superiores de outra dimensão. Estes seres podem ser humanos, que evoluíram suas almas superando o ciclo nascimento-morte-reencarnação, oferecendo desse modo um relance do futuro da humanidade como seres espirituais superiores. Às vezes, uma EQM pode até oferecer uma visão literal do futuro, como nas experiências com profecias apocalípticas mencionadas anteriormente.
É interessante observar que as religiões não judaico-cristãs têm histórias e descrições da morte que parecem explicar muitos dos traços comuns das EQMs. O budismo, por exemplo, descreve a "clara luz da morte", assim como as incorporações demoníacas das falhas morais. A meta da alma é identificar tanto a luz quanto as aparições como projeções da natureza da própria alma, não como algo objetivamente real. Se isso acontece, a alma pode escapar do ciclo de nascimento-morte-reencarnação e alcançar o nirvana.
Teorias científicas
A ciência não pode realmente explicar por que algumas pessoas têm experiências de quase-morte. Isso não quer dizer que as explicações científicas atuais estejam erradas, mas sim que as EQMs são complexas, subjetivas e têm uma forte carga emocional. Além disso, muitos aspectos das EQMs não podem ser testados. Não podemos fazer um teste para determinar se alguém realmente visitou o céu e encontrou-se com Deus, ou propositalmente colocar alguém à beira da morte para então ressuscitá-la em laboratório para testar sua percepção extra-corpórea.
Apesar de tudo isso, a ciência médica oferece evidências atraentes de que muitos aspectos das EQMs são de natureza fisiológica e psicológica. Os cientistas têm comprovado que as drogas cetamina e PCP (cloridrato de fenciclidina) podem criar sensações nos usuários que são quase idênticas a muitas EQMs. De fato, alguns usuários pensam que estão realmente morrendo enquanto estão sob o efeito da droga.
O mecanismo por trás de algumas dessas experiências estranhas está no modo como nosso cérebro processa as informações sensoriais. Aquilo que nós vemos como "realidade" ao nosso redor é somente a soma de todas as informações sensoriais que nosso cérebro está recebendo em um determinado momento. Quando você olha para uma tela de computador, a luz da tela atinge as suas retinas e a informação é enviada para as áreas apropriadas do cérebro, onde os padrões de luz são interpretados como algo significativo - nesse caso, as palavras que você está lendo no momento. Um sistema ainda mais complexo de nervos e fibras musculares permite que o nosso cérebro saiba onde o seu corpo está em relação ao espaço em redor. Feche seus olhos e levante a mão direita até que esteja na altura do topo da sua cabeça. Como você sabe onde sua mão está sem olhar para ela? Seu sistema sensorial permite que você saiba onde sua mão está, mesmo quando seus olhos estão fechados.
Agora imagine que todos os seus sentidos estão funcionando mal. Ao invés dos impulsos sensoriais reais provenientes do mundo ao seu redor, seu cérebro está recebendo informações incorretas, possivelmente devido às drogas ou alguma forma de trauma, fazendo com que seu cérebro fique temporariamente imobilizado. O que você percebe como uma experiência real é, na verdade, o seu cérebro tentando interpretar essa informação. Alguns têm teorizado que o "ruído neural", ou uma sobrecarga de informações enviadas para o córtex visual cerebral, cria a imagem de uma luz brilhante que aumenta gradualmente. O cérebro pode interpretar isso como o ato de mover-se através de um túnel escuro.
Do mesmo modo, o senso espacial do cérebro é propenso ao mal funcionamento durante uma experiência de quase morte. Novamente, seu cérebro interpreta informações incorretas sobre onde está o corpo em relação ao espaço ao redor. O resultado é a sensação de sair do corpo e flutuar pelo quarto. Combinado aos outros efeitos do trauma e privação de oxigênio no cérebro (um sintoma em muitas situações de quase morte), isso leva à experiência resultante de flutuar no espaço enquanto se olha para baixo para o próprio corpo e depois partir e flutuar através de um túnel.
A sensação de paz e calma sentida durante as EQMs pode ser um mecanismo que ajuda a lidar com o problema, desencadeado pelos níveis aumentados de endorfinas produzidas no cérebro durante o trauma. Muitas pessoas experimentam um senso estranho de desprendimento e falta de resposta emocional durante eventos traumáticos (estejam ou não relacionados a uma experiência de quase morte). Esse é o mesmo efeito. As EQMs que incluem visitas ao Céu ou encontros com Deus poderiam envolver uma combinação de vários fatores. Impulsos sensoriais defeituosos, privação de oxigênio e euforia induzida por endorfinas criam uma experiência surreal, embora realista. Quando a pessoa se recorda da cena mais tarde, ela já passou pelo filtro da sua mente consciente. Experiências bizarras que parecem inexplicáveis se transformam em seres espirituais, outras dimensões e conversas com Deus.
As experiências de pessoas cujas aventuras fora do corpo permitem ver e ouvir eventos que seu corpo inconsciente não seria capaz de perceber, são mais difíceis de explicar. Contudo, é plausível que pessoas inconscientes possam ainda registrar pistas sensoriais e conhecimento prévio, e incorporá-los na sua EQM. Se isso é mais plausível do que a alma da pessoa flutuando fora do corpo é uma questão de opinião pessoal.
Obviamente, isso apenas arranha a superfície das explicações possíveis para uma EQM. As EQMs parecem oferecer alguma esperança de que a morte não é necessariamente algo a ser temido, nem é o fim da consciência. Mesmo a ciência tem dificuldades para lidar com a morte - a comunidade médica tem se debatido por décadas com definições específicas para morte clínica, morte orgânica e morte cerebral. Para cada aspecto de uma EQM, há pelo menos uma explicação científica. E para cada explicação científica, parece haver cinco casos de EQM a desafiá-la.
Relatos
I
"No momento mais desesperador, o pequeno quarto começou a se encher de luz... a luz que entrou naquele quarto era Cristo; eu sabia porque um pensamento foi colocado profundamente dentro de mim: 'Você está na presença do Filho de Deus'. Era uma presença tão confortante, tão alegre e satisfatória, que eu queria me perder para sempre dentro dessa maravilha. Junto com a presença de Cristo apareceu também cada episódio único de toda a minha vida. Lá estavam eles, cada evento, pensamento e conversa, tão palpáveis quanto uma série de fotografias... e então uma nova onda de luz se alastrou pelo quarto que já estava incrivelmente iluminado e subitamente nós estávamos em outro mundo. Ou melhor, eu percebia ao redor de nós um mundo diferente ocupando o mesmo espaço... Do mundo final eu só tive um vislumbre. E agora não parece mais que estamos na Terra e sim muito, muito longe, sem nenhuma relação com ela. E lá, ainda a uma grande distância, eu vi uma cidade, mas uma cidade... feita de luz. Movendo-se entre as construções, havia seres tão fortemente luminosos quanto Aquele que estava de pé ao meu lado".
- George G. Ritchie Jr., após quase ter morrido devido a uma febre (trecho de "O vestíbulo", de Jess E. Weiss).
II
"O que me lembro é de ver meu corpo em um leito do hospital com um médico e enfermeiros ao redor... eu sentia muita paz e não tinha perguntas sobre a cena que via. Era tudo muito claro, mais real do que a própria realidade. Eu sentia que estava onde era o meu lugar. O quarto era branco, mas havia uma luminosidade à minha volta que era diferente da luz do quarto. Eu sentia como se estivesse no quarto (no canto), mas ao mesmo tempo em espaço aberto. Tudo era lindo. Não havia nenhum tipo de dor".- Tracy Lovell, após uma tentativa de suicídio por overdose (em "O retorno do silêncio", de Scott D. Rogo).
III
"Você pode ter ouvido que morrer é desagradável, mas não acredite nisso. Morrer é a sensação mais doce, terna e sensível que eu já experimentei. A morte vem disfarçada de um amigo compassivo... é fácil morrer. Você precisa lutar para viver".
- Edward V. Rickenbacker, ás da aviação na primeira guerra mundial, lutando para viver após ter sido gravemente lesado em um acidente com um avião civil (em "O vestíbulo", por Jess E. Weiss).
http://www.misteriosdomundo.com/2011/07/o-que-sao-as-eqms-experiencias-de-quase.html
Jogo de cartas americano feito em 1995 era premonitório!
No ano de 1990, Steven Jackson, inventor de RPGs, estava planejando o game que seria seu maior sucesso: "Illuminati: A Nova Ordem Mundial. O objetivo do jogo de cartas era reproduzir fielmente o plano dos Illuminati, cuja missão é implantar a Nova Ordem Mundial.
Três das cartas do jogo predizem o atentado de 11 de Setembro de 2011, outras três predizem eventos futuros e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que irão acontecer durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo.
Como era possível Steven conhecer tão bem o plano dos Illuminati? Chegou até a receber uma visita do Serviço Secreto, que tentou impedir a publicação do jogo, capturando os computadores onde estavam sendo desenvolvidos o jogo.
O jogo foi lançado em 1995, e se realmente se tornou um sucesso de vendas. Falaremos sobre algumas dessas cartas nesse artigo.
Se você ainda não conhece ou nunca ouviu falar dos Illuminati, sugerimos que leia o artigo Illuminati em nosso site antes de continuar lendo essa matéria.
Reescrevendo a História
Os Illuminati sabem que para implantar a Nova Ordem Mundial, terão que enganar toda a humanidade. E como fazer isso? Simples! Já está sendo feito! Basta olhar nossas escolas públicas. Eles perceberam que essas escolas estavam formando alunos que liam e se expressavam muito bem. Esses alunos geralmente desconfiavam do Governo e das autoridades. Então os Illuminati deveriam obter o controle do sistema da Escola Pública desde seu alicerce até o topo.
Já em 1911, os Illuminati adquiriram as editores que publicavam livros didáticos, até serem donos de tudo após o término da Primeira Guerra Mundial (1918). Desse esse período, a educação nas escolas públicas foi caindo até chegar ao que está hoje.
Assim sendo, reescrever a história foi a primeira coisa a ser feita pelos Illuminati para tentar estabelecer a Nova Ordem Mundial.
Ataque Terrorista
A carta mais chocante do jogo. Ela prediz o atentado terrorista ao World Trade Center em 2001. Vale lembrar que o jogo foi lançado em 1995! Como Steven poderia saber que as Torres Gêmeas (repare a semelhança) seriam atacadas.
É incrível como a imagem mostra precisamente o que aconteceu. A altura no qual a torre foi atacada é exatamente a mesma do qual ocorreu há dez anos. Preste atenção no primeiro prédio à esquerda: Você irá perceber que ali à um símbolo dos Illuminati.
Entretanto, se você procurou traduzir o título da carta, percebeu que ela diz, "Bomba Nuclear Terrorista". Mas as Torres Gêmeas não foram destruídas por uma bomba nuclear terrorista, foram? Será que foi utilizado algum tipo de microdispositivo nuclear na base das Torres Gêmeas também?
Esse tipo pequeno de explosão nuclear poderia explicar a súbita e inesperada maneira como o concreto armado e a armação de aço simplesmente se esfarelaram em pó quando as torres implodiram. Esse tipo de explosão nuclear também explicaria o imenso calor que permaneceu no "Ponto Zero" por vários meses.
Pentágono
Essa carta é tão chocante quanto a anterior. Como Jackson poderia ter previsto o ataque ao Pentágono em 11/09/01?
O Pentágono, na figura, aparece em chamas. Sabemos que um avião caiu uma das alas da construção, onde o fogo destruiu tudo naquela ala. Entretanto, o restante do Pentágono ficou intacto e suas funções continuaram sem nenhuma interrupção, a mesma situação descrita na carta.Assim, essas duas cartas mostram os ataques ao WTC e ao Pentágono no dia 11 de Setembro de 2001.
Controle da População
Apesar do título da carta dizer Controle da População, a imagem apresentada mostra as Torres Gêmeas em chamas, e o Empire State sendo o edifício mais alto da cidade. Note que a fumaça apresenta um forte de demônio ou algo do tipo.
Várias fotos e filmagens mostram, coincidentemente ou não, o rosto de um demônio ou algo do tipo na fumaça que saia da Torre. Embora a maioria das pessoas não levem isso em conta, dizendo ser mera coincidência, alguns pesquisadores dizem o contrário.
Esta carta revela uma conexão entre o ataque ao World Trade Center com o plano global dos Illuminati para efetuar uma mudança drástica na população. Que conexão seria essa?
Será que a carta está nos dizendo que os ataques de 11/9 foram o golpe inicial na campanha de reduzir dramaticamente a população global? Esses ataques foram o golpe de partida para iniciar as "dores de parto" finais no estágio que permitirá o aparecimento do Anticristo na cena mundial, quando ele surgirá no meio da fumaça, da poeira e das ruínas da Terceira Guerra Mundial.
Essa carta pode nos dizer que os ataques de 11/9 foram a abertura no estágio final da redução populacional. Já que o objetivo é reduzir a população em quatro bilhões de pessoas, exatamente o nível predito no Apocalipse, não devemos ficar muito surpresos em saber que os julgamentos previstos no Quarto Selo estão agora no horizonte, nas notícias do dia-a-dia. Quais são esses julgamentos?
Mortandade — literalmente, pode significar pragas, pestilências;
Fome — cada vez mais presente no dia-a-dia
Espada — Guerra, Terceira Guerra Mundial;
Feras da terra — Isso pode se referir aos vários agentes patogênicos que estão prestes a serem espalhados pelo mundo, como aconteceu com o vírus da AIDS ou H1N1.
Epidemia
A função dessa carta é destruir qualquer localidade e possui um poder de 14. Segundo as instruções da carta, se o ataque der certo, o alvo é devastado silenciosamente, o que sugere com que pessoas vão ficando doentes e morrendo em diferentes momentos após o ataque.
A função espantadora da carta é muito semelhante com o plano da Nova Ordem Mundial:
"Len: E este relatório prossegue dizendo que a experiência foi considerada uma falha parcial porque eles obtiveram um vírus de ação retardada em vez de um vírus rápido. Eles estavam procurando assassinos eficientes.
"Robert: Exceto que os vírus velozes são, é claro, inúteis, porque é fácil se defender deles. Ou seja, um vírus realmente rápido não serve para nada... Cold Springs Harbor anunciou um grande negócio sobre o MMMV, que é, o "vírus mais monstruoso e maligno de todos"..."
[Dr. Leonard Horowitz, Emerging Viruses: AIDS and Ebola, pg 106]".
Como foi possível perceber, no diálogo, eles querem um vírus de ação mais demorada, que comece a matar pessoas em diferentes momentos após a infecção, que poderiam facilmente ser implantados em nós por meio de vacinas.
Desastres Combinados
Como Jackson sabia, os Illuminati, além do plano bem-sucedido do ataque ao WTC e ao Pentágono, os Illuminati criarão outros desastres, que quando combinados, causarão muito pânico na população.
E que desastres seria esses? Não sabemos, mas, quase todos os dias, vemos sempre desastres acontecendo em vários lugares do planeta, como grandes terremotos e furacões. Isso sem falar no colapso de toda a economia. Será que estamos à beira da Terceira Guerra Mundial?
"Você pode imaginar o que acontecerá se Los Angeles for atingida por um terremoto de 9.0 graus na escala Richter, Nova York for destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial explodir no Oriente Médio, os bancos e as Bolsas de Valores entrarem em colapso, extraterrestres aterrissarem nos jardins da Casa Branca, a comida desaparecer dos supermercados, algumas pessoas sumirem, o Messias se apresentar ao mundo, e tudo isso em um período muito curto? Você pode imaginar? A estrutura de poder mundial pode, e irá, se necessário, fazer algumas ou todas essas coisas acontecerem, como forma de trazer à tona Nova Ordem Mundial." (Trecho de Behold a Pale Horse)
http://www.misteriosdomundo.com/2011/08/o-jogo-inwo-e-nova-ordem-mundial-o.html
Três das cartas do jogo predizem o atentado de 11 de Setembro de 2011, outras três predizem eventos futuros e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que irão acontecer durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo.
Como era possível Steven conhecer tão bem o plano dos Illuminati? Chegou até a receber uma visita do Serviço Secreto, que tentou impedir a publicação do jogo, capturando os computadores onde estavam sendo desenvolvidos o jogo.
O jogo foi lançado em 1995, e se realmente se tornou um sucesso de vendas. Falaremos sobre algumas dessas cartas nesse artigo.
Se você ainda não conhece ou nunca ouviu falar dos Illuminati, sugerimos que leia o artigo Illuminati em nosso site antes de continuar lendo essa matéria.
Reescrevendo a História
Os Illuminati sabem que para implantar a Nova Ordem Mundial, terão que enganar toda a humanidade. E como fazer isso? Simples! Já está sendo feito! Basta olhar nossas escolas públicas. Eles perceberam que essas escolas estavam formando alunos que liam e se expressavam muito bem. Esses alunos geralmente desconfiavam do Governo e das autoridades. Então os Illuminati deveriam obter o controle do sistema da Escola Pública desde seu alicerce até o topo.
Já em 1911, os Illuminati adquiriram as editores que publicavam livros didáticos, até serem donos de tudo após o término da Primeira Guerra Mundial (1918). Desse esse período, a educação nas escolas públicas foi caindo até chegar ao que está hoje.
Assim sendo, reescrever a história foi a primeira coisa a ser feita pelos Illuminati para tentar estabelecer a Nova Ordem Mundial.
Ataque Terrorista
A carta mais chocante do jogo. Ela prediz o atentado terrorista ao World Trade Center em 2001. Vale lembrar que o jogo foi lançado em 1995! Como Steven poderia saber que as Torres Gêmeas (repare a semelhança) seriam atacadas.
É incrível como a imagem mostra precisamente o que aconteceu. A altura no qual a torre foi atacada é exatamente a mesma do qual ocorreu há dez anos. Preste atenção no primeiro prédio à esquerda: Você irá perceber que ali à um símbolo dos Illuminati.
Entretanto, se você procurou traduzir o título da carta, percebeu que ela diz, "Bomba Nuclear Terrorista". Mas as Torres Gêmeas não foram destruídas por uma bomba nuclear terrorista, foram? Será que foi utilizado algum tipo de microdispositivo nuclear na base das Torres Gêmeas também?
Esse tipo pequeno de explosão nuclear poderia explicar a súbita e inesperada maneira como o concreto armado e a armação de aço simplesmente se esfarelaram em pó quando as torres implodiram. Esse tipo de explosão nuclear também explicaria o imenso calor que permaneceu no "Ponto Zero" por vários meses.
Pentágono
Essa carta é tão chocante quanto a anterior. Como Jackson poderia ter previsto o ataque ao Pentágono em 11/09/01?
O Pentágono, na figura, aparece em chamas. Sabemos que um avião caiu uma das alas da construção, onde o fogo destruiu tudo naquela ala. Entretanto, o restante do Pentágono ficou intacto e suas funções continuaram sem nenhuma interrupção, a mesma situação descrita na carta.Assim, essas duas cartas mostram os ataques ao WTC e ao Pentágono no dia 11 de Setembro de 2001.
Controle da População
Apesar do título da carta dizer Controle da População, a imagem apresentada mostra as Torres Gêmeas em chamas, e o Empire State sendo o edifício mais alto da cidade. Note que a fumaça apresenta um forte de demônio ou algo do tipo.
Várias fotos e filmagens mostram, coincidentemente ou não, o rosto de um demônio ou algo do tipo na fumaça que saia da Torre. Embora a maioria das pessoas não levem isso em conta, dizendo ser mera coincidência, alguns pesquisadores dizem o contrário.
Esta carta revela uma conexão entre o ataque ao World Trade Center com o plano global dos Illuminati para efetuar uma mudança drástica na população. Que conexão seria essa?
Será que a carta está nos dizendo que os ataques de 11/9 foram o golpe inicial na campanha de reduzir dramaticamente a população global? Esses ataques foram o golpe de partida para iniciar as "dores de parto" finais no estágio que permitirá o aparecimento do Anticristo na cena mundial, quando ele surgirá no meio da fumaça, da poeira e das ruínas da Terceira Guerra Mundial.
Essa carta pode nos dizer que os ataques de 11/9 foram a abertura no estágio final da redução populacional. Já que o objetivo é reduzir a população em quatro bilhões de pessoas, exatamente o nível predito no Apocalipse, não devemos ficar muito surpresos em saber que os julgamentos previstos no Quarto Selo estão agora no horizonte, nas notícias do dia-a-dia. Quais são esses julgamentos?
Mortandade — literalmente, pode significar pragas, pestilências;
Fome — cada vez mais presente no dia-a-dia
Espada — Guerra, Terceira Guerra Mundial;
Feras da terra — Isso pode se referir aos vários agentes patogênicos que estão prestes a serem espalhados pelo mundo, como aconteceu com o vírus da AIDS ou H1N1.
Epidemia
A função dessa carta é destruir qualquer localidade e possui um poder de 14. Segundo as instruções da carta, se o ataque der certo, o alvo é devastado silenciosamente, o que sugere com que pessoas vão ficando doentes e morrendo em diferentes momentos após o ataque.
A função espantadora da carta é muito semelhante com o plano da Nova Ordem Mundial:
"Len: E este relatório prossegue dizendo que a experiência foi considerada uma falha parcial porque eles obtiveram um vírus de ação retardada em vez de um vírus rápido. Eles estavam procurando assassinos eficientes.
"Robert: Exceto que os vírus velozes são, é claro, inúteis, porque é fácil se defender deles. Ou seja, um vírus realmente rápido não serve para nada... Cold Springs Harbor anunciou um grande negócio sobre o MMMV, que é, o "vírus mais monstruoso e maligno de todos"..."
[Dr. Leonard Horowitz, Emerging Viruses: AIDS and Ebola, pg 106]".
Como foi possível perceber, no diálogo, eles querem um vírus de ação mais demorada, que comece a matar pessoas em diferentes momentos após a infecção, que poderiam facilmente ser implantados em nós por meio de vacinas.
Desastres Combinados
Como Jackson sabia, os Illuminati, além do plano bem-sucedido do ataque ao WTC e ao Pentágono, os Illuminati criarão outros desastres, que quando combinados, causarão muito pânico na população.
E que desastres seria esses? Não sabemos, mas, quase todos os dias, vemos sempre desastres acontecendo em vários lugares do planeta, como grandes terremotos e furacões. Isso sem falar no colapso de toda a economia. Será que estamos à beira da Terceira Guerra Mundial?
"Você pode imaginar o que acontecerá se Los Angeles for atingida por um terremoto de 9.0 graus na escala Richter, Nova York for destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial explodir no Oriente Médio, os bancos e as Bolsas de Valores entrarem em colapso, extraterrestres aterrissarem nos jardins da Casa Branca, a comida desaparecer dos supermercados, algumas pessoas sumirem, o Messias se apresentar ao mundo, e tudo isso em um período muito curto? Você pode imaginar? A estrutura de poder mundial pode, e irá, se necessário, fazer algumas ou todas essas coisas acontecerem, como forma de trazer à tona Nova Ordem Mundial." (Trecho de Behold a Pale Horse)
http://www.misteriosdomundo.com/2011/08/o-jogo-inwo-e-nova-ordem-mundial-o.html
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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