segunda-feira, 16 de abril de 2012

Reinaldo Gianecchini fez Cirurgia Espiritual


Reynaldo Gianecchini foi buscar no espiritismo o auxílio para a cura de seu câncer linfático. O médium João Berbel, do Instituto Medicina do Além, de Franca (interior de São Paulo), que também operou o pai do ator, realizou a cirurgia espiritual durante uma visita a Gianecchini ainda no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

"Sabemos que este é um dos tipos de câncer que mais agride o corpo humano e é raro. A cirurgia espiritual entra como um complemento ao tratamento da medicina convencional", explica o espírita.

Segundo ele, operar um câncer espiritualmente é mais fácil do que tratar de uma gripe. "A cirurgia espiritual é feita para curar as enfermidades. Espiritualmente é mais fácil curar um câncer que um resfriado. E este mistério ainda desafia a medicina", completa Berbel, que atende em seu instituto cerca de 5 mil pessoas por semana.

Mestre João, como é conhecido, explica que a cirurgia espiritual é feita através da fé e do amor. Ela é executada pelos amigos espirituais que, no caso do médium, é guiado pelo espírito de Ismael Alonso, que, em vida, foi médico e morreu em 1964. "Assim como tratamos do seu pai, rogamos a Deus e aos bondosos irmãos espirituais que tenham compaixão do irmão Gianecchini".

Não somente o câncer, mas todas as enfermidades que existem na Terra são consequência das atitudes que as pessoas têm em suas vidas anteriores, segundo o médium. "Espiritualmente, tudo aquilo que nós fizemos de ruim em vidas passadas, temos que pagar na vida terrena. As doenças que temos estão ligadas a uma ficha cármica, que são como manchas no nosso corpo espiritual, na alma. Aqui na Terra, é um plano de prova e expiação e, por isso, temos que quitar nossas dívidas perante a justiça divina", explica Berbel.

O ator Reynaldo Gianecchini descobriu o câncer no sistema linfático durante sua internação, no Hospital Sírio-Libanês, para o tratamento de uma faringite crônica. Ele deu entrada na unidade no dia 1º de agosto, porém, somente no dia 10 do mesmo mês é que a doença foi confirmada como um tipo de linfoma não-Hodgkin. No último dia 26, alguns dias após ter iniciado o tratamento de quimioterapia, Giane recebeu alta. "Estou forte e essa minha força vem em grande parte por esse amor e carinho que eu recebo dos amigos", agradeceu, otimista, na ocasião. Esta semana, o ator, que já raspou a cabeça para não notar a evolução da queda dos fios, voltará ao hospital para nova sessão de quimioterapia.

A cirurgia espiritual não é feita no corpo físico, mas sim no corpo espiritual, conhecido também como perispírito, onde, para os espíritas, está a origem das doenças. Durante a operação não há cortes ou dor e, após a intervenção, não é possível ver cicatrizes no corpo do paciente. São os espíritos amigos que realizam a cirurgia.

O doente, não podendo se dirigir ao local onde ocorre o tratamento espiritual, pode ser atendido à distância. Para isso, basta que um representante do enfermo esteja presente. É através do carinho e do amor deste parente, amigo ou conhecido que o paciente será beneficiado.

Segundo o site do Instituto Medicina do Além, qualquer pessoa, independentemente da crença religiosa, pode ser atendida por um médico espiritual, mas algumas recomendações práticas são feitas àqueles que necessitam do atendimento. É aconselhável que o paciente não coma nenhum tipo de carne sete dias antes e 15 dias após a cirurgia. Também não deve tomar bebidas alcoólicas e nem fumar.

Dependendo da cirurgia, o paciente terá um curativo, que não pode ser molhado. Mas caso saia naturalmente, não há motivo para preocupação. Além disso, é preciso fazer repouso moderado nos três dias após a operação espiritual e evitar pegar peso ou fazer qualquer esforço físico.

O site lembra também que o tratamento espiritual é complementar ao realizado pela medicina convencional, e que jamais dispensa o uso de medicamentos.

João Berbel atende mais de cinco mil pessoas por semana


Médium desde os 21 anos, João Berbel, 56, começou a fazer operações espirituais em 1996. Seu primeiro paciente foi Arlete, a própria mulher, que sofria de crises renais. “Ela sarou, nunca teve mais nada”, diz. Depois dela, Berbel passou a atender outros doentes na cozinha de casa. Hoje, trabalha no Instituto de Medicina do Além (IMA), um centro espírita criado por ele em Franca, interior de São Paulo. O espaço inclui uma escola convencional e, em breve, vai abrigar um hospital para tratamentos físicos e espirituais. A obra é financiada com verba do instituto.

Berbel, que realiza operações e distribui remédios fitoterápicos gratuitamente, vive da renda de seus 175 livros publicados e de doações. Em entrevista, ele falou, entre outros assuntos, sobre o ator Reynaldo Gianecchini que, além de se submeter a tratamento quimioterápico para se curar de um câncer linfático, passou por duas cirurgias espirituais comandadas pelo médium.

Quando foi seu primeiro contato com o espiritismo?
Quando eu era criança, tinha crises de epilepsia (alteração na atividade elétrica do cérebro, temporária e reversível). Aos 19 anos, minha namorada me levou a um centro espírita após eu sofrer um ataque. Fui tocado e curado da doença, chorei muito. Depois disso e durante 20 anos, só recebi espíritos inferiores, que queriam abalar a minha fé e me tirar do espiritismo. Aos 40, o espírito do médico Ismael Alonso, que morreu em 1964, veio a mim e disse que eu deveria realizar curas e operações espirituais sem cobrar nada.

Qual foi sua relação com Chico Xavier?
Eu o curei. No final da vida, ele estava impossibilitado de falar por causa de um problema nas cordas vocais. Tivemos um encontro no plano astral e eu realizei a operação. Chico chegou a dar uma entrevista, dizendo que havia sido curado em uma cirurgia espiritual, mas não revelaria o nome do médico para não haver vaidade. Na época, eu usava bisturis e fazia cortes nas pessoas durante as operações, mas usava minha energia para que as pessoas não sentissem dores. Chico pediu para eu nunca mais fazer isso, pois não sou médico. Sou médium. Joguei os bisturis fora e meu poder de cura aumentou. Toda a energia que eu usava para impedir que as pessoas sentissem dor foi direcionada exclusivamente para retirar tumores.

Como foi seu contato com Reynaldo Gianecchini?
O pai dele, Reynaldo Cisoto, é um grande amigo. Ele faz tratamento no IMA toda semana. O caso do pai é muito grave, mas ele está bem. Quando Gianecchini descobriu que estava doente, fui até o hospital Sírio-Libanês e realizei duas operações para curá-lo. Ele é uma pessoa maravilhosa e, como tem muita gente rezando por sua saúde, Gianecchini está se curando e logo estará bem.

O ator deve parar com a quimioterapia?
Não. A cura espiritual é um complemento da medicina. As pessoas ainda devem ir ao médico e fazer o tratamento necessário. Isso é muito importante. Por isso o hospital que estamos construindo no IMA terá um setor de saúde espiritual e médicos para cuidar da saúde física das pessoas. Gianecchini está passando pelo tratamento médico e, além das operações espirituais, faz um tratamento à distância.

Como funciona o tratamento à distância?
Um parente próximo precisa estar no centro espírita ao meu lado para que eu possa estabelecer uma relação com o doente. Nós, então, fazemos um trabalho espiritual para acelerar a cura. No caso de Gianecchini, toda semana os tios Fausto e Roberta Gianecchini fazem esse trabalho comigo.

Qualquer pessoa pode fazer o tratamento?
Sim. É só ir ao IMA. Quando eu comecei a realizar esse trabalho, fazia as cirurgias na cozinha da minha casa. Hoje, recebo mais de cinco mil pessoas por semana no instituto.


Tratamento espiritual do ator tem o apoio da família

Lutando contra um câncer linfático, do qual foi diagnosticado há um mês, Reynaldo Gianecchini recorreu também a um centro espírita para buscar a cura. Roberta Gianecchini, tia do ator, conta que esteve no Instituto de Medicina do Além (IMA), em Franca. Lá, ela realizou, junto com o médium João Berbel, um tratamento à distância na tentativa de ajudar o sobrinho. “O pai do Giane tem feito trabalhos espirituais que o ajudam na luta contra o câncer. Por isso, eu e meu marido, Fausto, estivemos no centro para tratar Giane também”, diz.

Roberta afirma ainda que o ator se sente bem e não teme a queda do cabelo. “Ele está bem, tranquilo e comendo normalmente. Não tem medo de perder os cabelos. Como ator, está acostumado a mudar o visual.” Ela agradeceu à imprensa pelo carinho dispensado ao sobrinho. “Ele precisa de um tempo e todos têm respeitado isso.”

Assista a entrevista de João Berbel para o Programa Transição:







Fontes:
http://diversao.terra.com.br
http://redebomdia.com.br










Bem, atualizando, Gianecchini está bem, em franco processo de cura, e graças à união da medicina alopática com a cirurgia espiritual,esse ser humano maravilhoso(agora bem mais que antes da "prova") mostra-se amadurecido e espiritualizado, feliz e cheio de vida...
Gianecchini não se cansa de agradecer
Curado, o ator disse na TV que precisaria de muitas vidas para retribuir todo o amor que recebeu.

Doente ou não, não dá para negar que o sorriso de Reynaldo Gianecchini é bonito demais. E cativa. Recuperado de um câncer após fazer um autotransplante de medula, o ator de 39 anos apareceu no domingo à tarde no palco do “Domingão do Faustão”, na Globo.

Com os cabelos começando a crescer e até meio grisalhos (especialistas dizem que após a quimioterapia, os cabelos podem crescer brancos), o ator agradeceu, novamente, todo o amor que recebeu da família, dos amigos, do público. “Precisaria de muitas vidas para agradecer e retribuir”, disse o ator, que salientou a importância da família.

Aplaudido de pé pela plateia do programa, o Giane disse que apesar de tudo, o ato de cortar os cabelos e ficar careca foi “leve”: “Sempre queria raspar careca depois de uma novela para me libertar do personagem, mas não podia porque tinha um trabalho logo depois. Me lembrei muito da personagem da Carol (Carolina Dieckmann), em ‘Laços de Famíilia’. Liguei para Carol e disse: "Seu personagem chorou, mas tô aqui, com um sorrisão na cara", contou o ator.

Além da mãe e das amigas Mariana Ximenes e Claudia Raia, Gianecchini ouviu depoimentos de brasileiros anônimos, que torceram pela sua recuperação. Ana Vitória, de 11 anos, também contou sua história com “Gigi” (como ela chama o ator) e como eles se aproximaram durante o tempo em que estiveram no mesmo hospital.

“Ele acreditava tanto na recuperação dele, que comecei a acreditar também na minha”, contou a menina, que frisou a importância de se ter um amigo durante esse difícil processo e agradeceu pelos momentos que teve com ele.

“Eu é que devo muito a ela”, respondeu Giane.

Ao concluir sua participação, ele falou sobre o aprendizado e a importância da troca verdadeira de amor e carinho.

“A gente precisa ter um olhar mais humano para as pessoas no nosso dia a dia e não só na doença.”


Fonte: http://www.diariosp.com.br

sábado, 31 de março de 2012

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE JESUS - OPERAÇÃO CAVALO DE TROIA : FICÇÃO OU REALIDADE ?

Gostaria de deixar um pouco de minhas impressões pessoais à respeito da saga "Operação Cavalo de Tróia", pois é impossível não mudar alguns conceitos religiosos depois de lê-los. Assim como o "nascimento" do Mestre divide a história em antes e depois Dele, também minha vida ficou dividida em antes e depois da leitura desses livros, em destaque para o "OCT 1", absolutamente marcante, emocionante, puro e tão rico em detalhes que nos transforma em coparticipantes daquele momento ímpar na história da humanidade.
Meus agradecimentos ao autor, J.J.Benitez, pela coragem, audácia e amor aos princípios básicos do cristianismo primitivo, aquele esquecido em evangelhos apócrifos, que nunca chegaram aos nossos olhos, e também por sua obstinação em mostrar ao mundo a verdadeira face do Mestre.
Gracias, 13º apóstolo! Minhas reverências eternamente...

Operação Cavalo de Tróia é uma coletânea de dossiês divulgados em nove livros do autor J. J. Benítez, que narra uma missão da Força Aérea dos Estados Unidos na qual um módulo chamado "berço" é levado ao 'passado' com o propósito de comprovar a existência de Jesus Cristo. A missão é chamada de Operação Cavalo de Tróia, e como de costume das forças militares Norte Americanas, não são revelados grandes detalhes dos métodos de física utilizados para a 'reversão', nada além de "novos conceitos da física quântica vindos da Europa" é dito. Conceitos obviamente, sigilosos também.
Um major, de nome não revelado, e um piloto voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam muitos fatos narrados na Bíblia. Na verdade a Biblia é tomada como referência, uma vez que contém as datas e eventos da época. Fornecem, também, dados da sociedade da época: Costumes, leis (principalmente as leis do judaismo), crenças (judaícas e pagãs, geografia, ambiente, etc). O major, que durante a viagem adota o nome de Jasão, é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus – o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano.
Os detalhes da vida de Jesus, assim como as conversas em que Ele fala abertamente sobre sua origem divina e sobre o que é a sua missão na Terra, deixam claro que a Igreja Católica teria passado longe da mensagem original. A diferença entre os acontecimentos presenciados pelo Major e os narrados nos textos sagrados é enorme, mas compreensível. Segundo as próprias observações da personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.
Segundo esta obra, a mensagem de Jesus fala de um Deus-pai – sempre bom e generoso. Um Deus que não exige templos nem rituais. Algo que precisa ser vivenciado para ser compreendido, e que não pode ser comprovado, como desejavam os militares (e a ciência).
Para quem ainda não esbarrou com eles pela internet vai aí o conceito da história toda:
Os livros falam de uma operação secreta da força aérea americana que, ao descobrir um modelo seguro de viagem no tempo, cria, em 1973, uma operação para acompanhar os últimos dias de Jesus Cristo na Terra.
Um dos grandes baratos dos livros são as notas de rodapé (mais de 14mil segundo os fãs mais dedicados).
Segundo as próprias observações do personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.
Mas a pitada final vem na voz do próprio autor. Ele jura de pés juntos que o diário das memórias do Major acabaram em suas mãos através de uma amiga e são reais e estão bem guardados. Narra, inclusive, no primeiro volume seu encontro com Jasão e a luta que foi conseguir os originais do Diário em suas viagens por México e EUA.(fontes: Wikipedia e Site do Autor)

Jesus Cristo, Mestre e Senhor de muita luz, inspira fé nas pessoas, não tem jeito. É falar nele e em seu feitos, acreditamos. Ou nos esforçamos em acreditar. Se for para reforçar o bem e boa-vontade inerentes ao Pai Azul, sem problemas, não é?
É apaixonante, empolgante e tão minuciosamente pesquisado que você pode sair por aí acreditando mesmo que em 1973 dois americanos entraram numa cápsula e saíram do outro lado do Universo, a acompanhar os passos do Rabi da Galiléia.
A mensagem Dele é atemporal. Você pode se decidir a segui-la agora mesmo. E Ele estará esperando por você.

Operação Cavalo de Tróia. 
 Resumo do Publicado até aqui.
Se você se interessou em começar a ler dois avisos: 
1) Vale a pena. 
2) Dê uma olhada no publicado até aqui, mas comece pelo volume 1 e vá na seqüência, pois a série foi escrita com grande índice de conteúdo remissivo, ou seja, faz menção aos volumes anteriores sempre.


Operação Cavalo de Tróia I – Jerusalém
Existirão fronteiras intransponíveis entre o passado, o presente e o futuro? Não será o passado mais do que uma memória? O presente se extinguirá como o passado? E o futuro, já existirá nesse momento? Em seu refúgio no México, no fim da vida, um militar e cientista da Força Aérea norte-americana confia ao autor deste livro documentos que, surpreendentemente, revelam a execução de uma experiência que lhe permitiu voltar no tempo quase dois mil anos e ser testemunha ocular e participante dos últimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde sua entrada em Jerusalém até sua prisão, julgamento, crucificação e ressurreição. Esta prodigiosa experiência, batizada pela NASA de “Operação Cavalo de Tróia”, teria sido realizada sigilosamente em 1973, em pleno coração de Israel. O que se segue é um relato, no mínimo impressionante pelos detalhes e minúcias, dos acontecimentos daqueles dias. Testemunha ocular? Imaginação ou realidade? Usando as palavras do próprio autor: “… só o futuro poderá dizer se este relato foi ou não verídico”.


Operação Cavalo de Tróia 2 – Massada
Quem se deixou envolver pela magia da Operação Cavalo de Tróia, certamente se verá atraído pela continuação do diário do major norte-americano. Ao descrever fatos surpreendentes da intriga internacional, J.J. Benítez prepara o espírito do leitor para as mais emocionantes etapas que sucederão ao lançamento do módulo americano, em sua segunda grande viagem no tempo. Desta vez, o “berço” parte de Massada, ao sul de Israel, levando Jasão e Eliseu novamente de volta ao ano 30, ao encontro de Jesus de Nazaré. Nesta segunda exploração, o diário do Major registra fatos acontecidos após a Ressurreição do Mestre e revela o conteúdo da “gravação” realizada durante a Última Ceia com os apóstolos. Quantas surpresas e quantos fatos não revelados pelos quatro evangelistas! Aqueles que se interessam pelo que existe de mais transcendental no tema e abrirem seu coração para sentir, serão inevitavelmente tocados por um sentimento de profunda reverência e uma emoção indescritível.


Operação Cavalo de Tróia 3 – Saidan
Em Operação Cavalo de Tróia 3, o cenário é a Galiléia, região de pescadores, onde o Nazareno acolheu seus apóstolos e onde pregou e viveu por muitos anos.
Jamais foi feita uma narração com tanta riqueza de detalhes sobre suas aparições às margens do Tiberíades, o Kennereth.
Sobre a infância de Jesus – uma época totalmente omitida pelos evangelistas – ficamos sabendo como era sua vida em Nazaré com os pais, irmãos, quem eram seus amigos, sua sensibilidade para as artes e como se passou o episódio de sua discussão com os doutores do Templo. A minuciosa descrição do “Corpo Glorioso”, ou seja, a constituição do corpo ressuscitando de Jesus, segundo a análise feita por cientista, é outra instigante surpresa.


Operação Cavalo de Tróia 4 – Nazaré
Operação Cavalo de Tróia 4 é o livro decisivo para saber como foi a vida de Jesus Cristo dos quatorze aos vinte e seis anos.
Até agora, nenhum outro autor atreveu-se a descobrir passo a passo, e com um rigor histórico-científico mais próprio de uma tese de doutoramento, a vida de Jesus. Operação Cavalo de Tróia 4 abrange os chamados “anos ocultos” do Mestre. Até o presente momento, nenhuma outra obra descreve a aldeia de Nazaré e seus habitantes como este documento. Neste livro, o Major da USAF investiga a Encarnação de Cristo na Terra e reconstrói uma das etapas mais ocultas e fascinantes de Sua passagem. Foi carpinteiro, chefe de um armazém que abastecia caravanas, trabalhou na forja e foi viajante. Um período – dos quatorze aos vinte e seis anos – decisivo para compreender em sua justa medida a experiência humana do Filho de Deus. Um capítulo transcendental, que foi ignorado pelos evangelistas, que não deixará ninguém indiferente.


Operação Cavalo de Tróia 5 – Cesaréia
Depois de um silêncio de seis anos – justificado no prefácio -, J.J. Benítez retoma a saga dos Cavalos.
Jasão, preso num subterrâneo, sem a “vara de Moisés”, estava enterrado vivo. Teria encontrado seu fim? Durante seis anos o leitor ficou imaginando o que lhe aconteceria.
Não só escapa, mas segue com sua missão, na Palestina do ano 30, nas pegadas de Jesus de Nazaré.
Operação Cavalo de Tróia 5 é um relato vibrante, cheio de surpresas e emoções – não recomendado aos cardíacos, no dizer do autor-, onde nos é aberta à porta do mundo silenciado pelos evangelistas. Por exemplo, quem poderia ter imaginado que Pôncio Pilatos era, na verdade, um louco?
Como nos anteriores, este livro ficará na memória de todos, baseado que está em meticulosas pesquisas de várias fontes. Como J.J. mesmo nos diz, os Cavalos constituem uma obra mágica, e documentos estão sempre lhe chagando às mãos.
E, quando chegar ao final, um conselho: não se assuste nem se zangue, porque J.J. Benítez é assim mesmo…


Operação Cavalo de Tróia 6 – Hermon
Este sexto volume da série Cavalo de Tróia, continuando o diário do major norte-americano, traz, entre milhares de dados técnicos e históricos rigorosamente comprovados, novos capítulos que foram ocultados pelos evangelistas.
• Aparições de Jesus de Nazaré depois de sua Ressurreição: você sabia que foram muitas mais do que as relatadas nos Evangelhos?
• O primeiro cisma entre aos discípulos: por quem ninguém falou disso?
• Análise do DNA: outra demolidora “surpresa”…
• O reencontro com o Mestre, no terceiro “salto” no tempo.
Um livro duro, valente e terno, no qual o Filho do Homem aparece de novo, fascinando com suas palavras e sua irresistível humanidade.
“Se algum dia contar a verdade sobre Cavalo de Tróia, ninguém acreditará em mim: sou um transmissor”, adverte o escritor.


Operação Cavalo de Tróia 7 – Nahum
O sétimo volume narra os preparativos da vida pública de Jesus de Nazaré e desmistifica personagens fundamentais como Virgem Maria e Judas, que não entendiam a missão de Jesus e esperavam dele um homem revolucionário, o Messias que iria libertar o povo judeu dos Romanos.
Descreve quem foi de fato o revolucionário João Batista, pregador de um deus vingativo e cruel, tão diferente do Deus Pai de Jesus.
Revela ainda para quem foi feito o anúncio de seu nascimento, se operava milagres, se realmente foi o Anunciador de Jesus e se era um louco.


Operação Cavalo de Tróia 8 – Jordão
Dando continuidade à coleção Operação Cavalo de Tróia,J. J. Benítez consegue se superar a cada página. Ninguém, até hoje, narrou com tantos detalhes o suposto batismo de Jesus de Nazaré. Assim como ninguém havia se atrevido a relatar, com semelhante crueza, o que aconteceu naquela histórica jornada em um dos afluentes do rio Jordão. Você sabia que o Mestre nunca se retirou para o deserto e nem foi tentado pelo diabo?


Operação Cavalo de Tróia 9 - Caná
Neste volume, a operação parte da aldeia de Caná, na Galileia, citada na Bíblia como o local onde Jesus realizou seu primeiro milagre, transformando água em vinho durante um casamento. Esse, entre outros, é um dos eventos narrados no livro a partir da perspectiva do Major. Ele conta também como os 12 apóstolos foram escolhidos por Jesus e como era o temperamento real de cada um deles, além de mostrar em detalhes a relação entre Jesus e seus familiares e como foi o triste fim de João Batista.
Com um final bastante surpreendente e inesperado, este livro continua passando uma mensagem que vai permitir inúmeras reflexões por parte dos leitores.

Esse é um documentario de J.J.Benitez, autor da saga "Operação Cavalo de Tróia", mostrando um pouco o Jesus histórico e curiosidades sobre sua vida.O documentario foi produzido pelo próprio Benitez.São informações bastante contundentes e sérias, feitas por alguém que estudou e estuda profundamente a vida do Nazareno. É, no mínimo, instigante! Como disse Paulo, retenham o que é bom e analisem tudo. Espero que gostem! Fiquem com Deus!














Fonte :Carreirasolo.org
http://www.youtube.com/watch?v=Cro-dtMdjfA&feature=fvwrel

quarta-feira, 28 de março de 2012

Fibonacci e a proporção áurea: o Plano Divino

( Aos meus amigos Arthur, Alan, Marcos Vinicius e Leider Bento)









Os antigos viam a Matemática e a Geometria como uma meditação sobre o Um Metafísico.
 Um esforço em contemplar e visualizar a ordem pura e simétrica que brota da Unidade. União do que é Matéria e do que é Espiritual, Divino.

O que era o Início?
 O que tinha no Início? Início de que? 
Início em qual Universo? 
Mas num Universo tridimensional, sob a responsabilidade daquelas leis das quais o Tempo é uma delas, houve um Início.
 No Início era uma Força, o Não Manifesto, sem dimensão, sem tempo, sem espaço.










Todos nós já ouvimos falar em número PI. 
É o irracional mais famoso da história, com o qual se representa a razão constante entre o perímetro de qualquer circunferência e o seu diâmetro (é conhecido "vulgarmente" como 3,1416, mas equivale a 3.141592653589793238462643383279502884197169399375).

(Não confundir com o número Phi que corresponde a 1,618.)
O número Phi (letra grega que se pronuncia "fi") apesar de não ser tão conhecido, tem um significado muito mais interessante. 
Durante anos o homem procurou a beleza perfeita, a proporção ideal. Os gregos criaram então o retângulo de ouro.
 Era um retângulo, do qual havia proporções (do lado maior dividido pelo lado menor) e a partir dessa proporção tudo era construído. 
Assim eles fizeram o Parthernon... (proporção do retângulo que forma a face central e lateral). 
A profundidade dividida pelo comprimento ou altura, tudo seguia uma proporção ideal de 1,618.
 Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides cada pedra era 1,618 menor do que a pedra de baixo, a de baixo era 1,618 maior que a de cima, que era 1,618 maior que a da 3a fileira e assim por diante.










Durante milênios, a arquitetura clássica grega prevaleceu.

 O retângulo de ouro era padrão, mas depois de muito tempo veio a construção gótica com formas arredondadas, que não utilizavam retângulo de ouro grego.










Mas em 1200, Leonardo Fibonacci um matemático que estudava o crescimento das populações de coelhos criou aquela que é provavelmente a mais famosa sequência matemática: a Série de Fibonacci. 
A partir de 2 coelhos, Fibonacci foi contando como eles aumentavam a partir da reprodução de várias gerações e chegou a uma sequência onde um número é igual a soma dos dois números anteriores: 1 1 2 3 5 8 13 21 34 55 89...
1
1+1=2
2+1=3
3+2=5
5+3=8
8+5=13
13+8=21
21+13=34
E assim por diante.

E assim por diante.
 Aí entra a 1ª "coincidência": proporção de crescimento média da série é... 1,618. 
Os números variam, um pouco acima às vezes, um pouco abaixo, mas a média é 1,618, exatamente a proporção das pirâmides do Egito e do retângulo de ouro dos gregos. 
Então, essa descoberta de Fibonacci abriu uma nova idéia de tal proporção que os cientistas começaram a estudar a natureza em termos matemáticos e começaram a descobrir coisas fantásticas:


• A proporção de abelhas fêmeas em comparação com abelhas machos numa colméia é de 1,618;










• A proporção que aumenta o tamanho das espirais de um caracol é de 1,618;










• A proporção em que aumenta o diâmetro das espirais sementes de um girassol é de 1,618;








 

• A proporção em que se diminuem as folhas de uma árvore à medida que subimos de altura é de 1,618.









E não só na Terra se encontra tal proporção. 
Nas galáxias as estrelas se distribuem em torno de um astro principal numa espiral obedecendo à proporção de 1,618 também. 
Por isso, o número Phi ficou conhecido como A DIVINA PROPORÇÃO. 
Porque os historiadores descrevem que foi a beleza perfeita que Deus teria escolhido para fazer o mundo.

Bom, por volta 1500 com o Renascentismo à cultura clássica voltou à moda.
 Michelangelo e,principalmente, Leonardo da Vinci, grandes amantes da cultura pagã,colocaram esta proporção natural em suas obras. 
Mas Da Vinci foi ainda mais longe; como cientista, pegava cadáveres para medir a proporção do seu corpo e descobriu que nenhuma outra coisa obedece tanto a Divina proporção quanto o corpo humano... obra prima Divina.










Por exemplo:
Meça sua altura e depois divida pela altura do seu umbigo até o chão; o resultado é 1,618.










Meça seu braço inteiro e depois divida pelo tamanho do seu cotovelo até o dedo; o resultado é 1,618.













Meça seus dedos, ele inteiro dividido pela dobra central até a ponta ou da dobra central até a ponta dividido pela segunda dobra. O resultado é 1,618;


Meça sua perna inteira e divida pelo tamanho do seu joelho até o chão. O resultado é 1,618; A altura do seu crânio dividido pelo tamanho da sua mandíbula até o alto da cabeça. 
O resultado 1,618.








Da sua cintura até a cabeça e depois só o tórax. O resultado é 1,618; (Considere erros de medida da régua ou fita métrica que não são objetos acurados de medição).

Cada osso do corpo humano é regido pela Divina Proporção. Seria Deus, usando seu conceito maior de beleza em sua maior criação feita á sua imagem e semelhança?












Coelhos, abelhas, caramujos, constelações, girassóis, árvores, arte e o homem; coisas teoricamente diferentes, todas ligadas numa proporção em comum. Então até hoje essa é considerada a mais perfeita das proporções.


 








Meça seu cartão de crédito, largura/altura, seu livro, seu jornal, uma foto revelada. (sempre considere erros de medida da régua ou fita métrica). Encontramos ainda o número Phi nas famosas sinfonias como a 9ª de Beethoven e em outra diversas obras.










E os fractais?

A palavra fractal deriva do latim (fractus, fração, quebrado) foi aplicada porBenoit Mandelbrotpara se referir a objetos geométricos que não perdem sua estrutura em qualquer escala que sejam observado, ou seja, apresentam auto—semelhança.
Frequentemente são compostos por versões progressivamente menores de forma geométrica simples.











Mandelbrot Benoit foi um dos principais contribuidores para o estudo dos fractais nos anos 60, tendo mesmo cunhado a palavra fractal. Mas antes dele já muitos outros cientistas se tinham dedicado a problemas relacionados com os fractais. No séc. XIX, o matemático Weierstrass estudou funções com características fractais.












Existem fractais na natureza – a estrutura dos flocos de neve, a linha de costa de uma região, as estrutura de certas plantas, por exemplo, a couve-flor, em árvores e mariscos, assim como em qualquer estrutura cujas ramificações sejam variações de uma mesma forma básica.



Os fractais são mais do que imagens bonitas, pois podem ser utilizados para descrever objetos reais irregulares. Técnicas fractais também são utilizadas em algoritmos de compressão de imagem.




Geometria

São formas geométricas abstratas de uma beleza incrível, com padrões complexos que se repetem infinitamente, mesmo limitados a uma área finita. Todas estas formas e padrões possuem algumas características comuns e há uma curiosa e interessante relação entre estes objetos e aqueles encontrados na natureza.
Um fractal é gerado a partir de uma fórmula matemática, muitas vezes simples, mas que aplicada de forma interativa produz resultados fascinantes e impressionantes. 
São formas que se caracterizam por repetir um determinado padrão com ligeiras e constantes variações (auto-similaridade)












Desenhos criados a partir de algoritmos (forma de geração de números) e podem apresentar uma infinidade de aspectos diferentes, não existindo uma aparência consensual. 
Contudo, existem duas características constantes nesta geometria: auto-semelhança e complicação fora do comum, complicação esta tão maior quanto maior for a complexidade da equação matemática que deu origem à figura. 
À parte do formalismo puramente matemático, pode-se definir Fractais, como nos ensinam algumas sumidades no assunto:
“Objetos que apresentam auto-semelhança e complexidade infinita, ou seja, têm sempre cópias perfeitas de si mesmos em seu interior.”
A natureza é pródiga em utilizar fractais nas suas criações, é só verificar uma folha de samambaia, por exemplo, para constatar essa afirmação, qualquer pedacinho da folha é um retrato fiel do todo.


Agradecimentos: livro “Numerologia Judaica”



sexta-feira, 23 de março de 2012

Chorar Chico Anysio parece tão contraditório… é melhor torcer para que ele faça rir por onde chegar.

(Nonato Albuquerque)

Que notícia mais chata, essa da morte do Chico. Não fosse a saúde abalada e a longa agonia que viveu no Samaritano, do Rio, a gente gostaria é que fosse apenas uma daquelas barrigadas da imprensa. Mas Chico morreu. Quem dera que fosse até mesmo uma piada. De mau gosto. E contada não por quem foi exímio humorista, mas por uma porção de pessoas que aprenderam a admirá-lo ao longo desses 80 anos de existência.

Gênio de uma Era

Chico Anysio é um desses raros fenômenos que acontecem no mundo uma vez em um século. Assim como Pelé e Ayrton Senna. Gênio criativo, sabia como ninguém encarnar os mais diferentes tipos – era um dos recordistas mundiais -, a ponto de quase nunca associarmos o personagem que ele interpretava com o artista nascido em Maranguape. E sabê-lo cearense é motivo de envaidecimento nosso!

Herói e santo

Agildo Ribeiro, ainda há pouco, considerou que morreu não apenas o ídolo, mas um herói nacional. Que sabia sobreviver fazendo rir o povo do Brasil.

Chico construiu uma família numerosa de personagens. E cada um deles, apaixonadamente ele buscava aprimorá-los.

Lúcio Mauro Filho: “o Chico já está canonizado. Já sobe como um dos grandes santos do humor e da comédia brasileira”.

Fenômeno único

Fosse ele, um artista no cinema norte-americano ou inglês, o mundo todo iria considerá-lo um dos maiores do planeta. “Ele é um fenômeno único na história da dramaturgia brasileira”, disse Ziraldo, ao tomar conhecimento da passagem.

Jô Soares disse que todo o Brasil esteve pendurado na agonia do Chico, lembrando outro momento de grande transe nacional que foi a passagem de Tancredo. “Ele foi um dos maiores atores característicos do mundo”, completou Jô Soares, que chegou a dirigi-lo em um espetáculo.

Os humoristas falam com tanta propriedade dele, por ter sido um verdadeiro companheiro. Companheiro de seus pares, sempre usou da sua bonomia para ajudar aqueles comediantes que estavam precisando de auxílio.

A bonomia do Chico

A Escolinha do Professor Raimundo era o abrigo onde nomes célebres do passado eram albergados com respeito e dignidade.

Num país onde o humor tem se resvalado pela falta de criatividade e de talento, Chico Anysio deixa um enorme vazio. Um vazio ainda maior por se tratar de um homem do riso.

Chorar Chico Anysio parece tão contraditório…